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Tag: reunidos no amor

A prática comunitária #7 – Reino de amigos

Igreja não é um encontro de desconhecidos que permaneçam assim por muito tempo. Igreja é uma rede de amigos que se unem na mesma jornada e se apoiam mutuamente, servindo uns aos outros sem semear nenhum tipo de competição ou tentativa de se destacar. Igreja é ambiente onde os feridos são tratados, os pobres são supridos nas suas necessidades, os desprezados ganham amigos, os mal vistos são tratados com dignidade e respeito, os maldosos são ajudados a reconsiderarem seu caminho, os dons são ferramentas de edificação e não de auto-promoção. 

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Quando a igreja não é “Igreja”

Igreja tem que ser coisa de gente de Deus, de gente livre, de gente sem medo, de gente que anda e vive, que deixa viver…, que crê sempre no amor de Deus…; e, sobretudo, é algo para gente que confia…, que entrega…, que não deseja controlar nada…; e que sabe que não sabe, mas que sabe que Deus sabe…

A prática comunitária #6 – Modo de Ser

Nós nos acostumamos tanto com templos, fachadas, denominações, logotipos, eventos, conferências, retiros, liturgias rígidas, formalismo, multidões em torno de um pastor, ministérios organizados hierarquicamente com escala de valor e importância, que soa quase como uma heresia questionar isso dizendo: Será que a institucionalização e formalização dos encontros é a única forma possível de experimentar a “comunidade-igreja”?

A prática comunitária #5 – Minha Igreja

Se formos coerentes com o ensino de Jesus teremos que admitir: a igreja não é nossa, nem é nosso o objetivo de guiar a igreja de Jesus, tampouco fomos chamados a sermos absolutos na relação com aqueles que se submetem a nós, de alguma forma. Os nascidos do Espírito são como o vento; é possível exercer controle sobre o vento? Não somos nós que o movimentamos, mas sim o sopro de Deus!

A prática comunitária #4 – Utopia

Nosso chamado não é a teorizar sobre até que ponto a obra de Deus será capaz de transformar-nos, essa nossa tara pelas projeções pessimistas como alimento da nossa morbidez espiritual às vezes parece incurável, Jesus nos chama simplesmente a “ir e fazer o mesmo”, sem desculpas, sem teorizações, é simples, direto e poderoso! A utopia de Jesus não é uma informação que deveríamos acumular, mas sim é uma jornada a se vivenciar, passo a passo, confiantes no Pai, vivendo em paz em cada fase do trajeto, sem se furtar do engajamento necessário em cada parte do processo, enquanto vemos Deus operar em nós o crescimento e amadurecimento afim de ver o “dia perfeito” em áreas em que outrora só havia uma “fraca luz fraca e sem vida”.

A prática comunitária #3 – Perguntas

Ao lerem os dois primeiros artigos da série “A prática comunitária”, algumas dúvidas surgiram e levaram à gravação do áudio abaixo. As perguntas estão relacionadas ao conformismo, pró-atividade, fazer boas obras, decepções com pessoas, resposta de Deus e silêncio de Deus, estar ligado a denominação, reuniões informais, etc.

A prática comunitária #2 – Mínimo Necessário

Por enquanto, nosso tema se restringe a entendermos basicamente o que seja o considerado “mínimo necessário” para chamarmos um ajuntamento de pessoas de igreja de Jesus, e é claro que essa nossa tentativa de conceituar isso não pode sair de outra fonte que não seja o próprio Jesus, já que a igreja é Dele e não nossa.

A prática comunitária #1 – Introdução

Essa série de reflexões que escolhi chamar de “A prática comunitária” é justamente uma tentativa de abordar temas relevantes à vida comunitária como frequência, ofertas, liturgia, denominação, dentre outros. 

Experiências que Vivi e Vivo

Seria impossível descrever com detalhes todas as experiências que tenho tido ao longo desses anos na jornada de seguir Jesus e ser transformado pelo Pai segundo a imagem de Jesus. Tenho contemplado verdadeiros milagres acontecendo, pessoas tendo sonhos e visões, a consciência se expandido e ganhando configurações cada vez mais humanas e ternas na direção do próximo, diferentes pessoas de posições doutrinárias distintas se conectando umas as outras pelo vínculo do amor, além de perceber que a exposição às reflexões sobre o ensino puro e simples de Jesus tem tornado mais saudáveis as avaliações e interpretações que fazemos acerca da vida. 

Domadores de Vento

Quando Jesus disse que o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça, Ele não estava fazendo apologia à pobreza, mas sim, estava descrevendo a que tipo de vida um seguidor seu deveria se submeter: à dependência total da voz, da provisão e do amor de Deus que os levará, sem erros, à terra prometida, à paz que excede todo entendimento, à percepção madura e à estatura de varão perfeito, sob a promessa de que quem começou a boa obra há de cumpri-la até o dia de Cristo Jesus.

Áudio #34 – Comunidade edificada pelos irmãos unidos

Há em nossos dias comunidades que são conduzidas de forma unilateral, ou seja, uma ou duas pessoas determinam os rumos da mesma e os demais passivamente acatam e os seguem, e há também comunidades que fazem inclusão de pessoas sem reflexão, transformam a desordem e a irracionalidade numa tradição.

Casa Cheia

Servindo uns aos outros com singeleza, unindo os corações
Fazendo da vida uma experiência celestial
Se relacionando sem interesses, com gratidão essencial
Santificando o tempo, tornando puro o aparentemente trivial.

O Caminho da experiência comunitária segundo Jesus

O que Jesus propõe como simplicidade total, entretanto, logo deu lugar às complexidades regimentais e aos centros de poder. Mesmo dizendo “tal não é entre vós”— referindo ao poder de governar dos reis e autoridades —, o que se criou desde bem logo foi aquilo que era comum, não o que era completamente incomum.

A unidade faz a comunidade

Quando falta a unidade, sobram as estratégias para “atrair as pessoas”. Quando não há o amor como vínculo, sobram-se as tentativas superficiais de fazê-lo acontecer pela força do nosso braço. Quando não há identificação do outro como caminhante da mesma missão (digo isso, no sentido de haver uma percepção espiritual dessa realidade), tudo o que fazemos a partir daí não possui a liga suficiente para nos tornar “um” uns com outros e “um” como comunidade.