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Tag: rafael de campos

Estalos de Leitura #26 – Rafael de Campos

Tão bonito e prazeroso é encontrar alguém que busca ser forjada (modelada, enrijecida, temperada e engendrada) para tornar-se um ser humano melhor nessa geração.

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Estalos de Leitura #25 – Rafael de Campos

Tanto o “perdão” quanto o “prometer e cumprir promessas” são faculdades e, como faculdades, partem das ações irreversíveis e imprevisíveis dos seres humanos. São como remédios na tentativa de desfazer algo e instaurar uma continuidade pro futuro.

Estalos de Leitura #24 – Rafael de Campos

Kierkegaard fará uma afirmação questionadora em sua “As Obras do Amor”, que se resume assim: a religião ocidental preza por um deus de amor mas, sendo Jesus a própria encarnação do amor, estabelecido no mundo, esse mundo que não suporta o amor o crucificou. Teria sido ele crucificado caso não fosse amor?

Estalos de Leitura #23 – Rafael de Campos

Somos uma geração em que a depressão está em seu cerne, segundo o ‘The Times’. Ou seja, é uma doença que assola os tempos atuais mais do que o câncer e a aids. Baseado nesta informação, apenas, deveríamos ter um senso de responsabilidade e cuidado – ao menos – com alguém próximo que possa estar dando indícios.

Estalos de Leitura #22 – Rafael de Campos

Em todos os corações, “o diálogo” deveria ter/ser um ‘espaço’ absurdamente amplo – sim! o diálogo que quebra as barreiras no intuito de cruzar as fronteiras, compartilhar experiências…

Estalos de Leitura #21 – Rafael de Campos

Antes de “achismos” ou precisarmos julgar o mundo e as pessoas, ou sermos guiados por qualquer fé mística (horóscopos, textos sagrados, etc), experimentemos a desconstrução e a prática de sermos guiados por saberes humanitários. Não confundamos crença com saber – isso nos torna ‘imbecis’ coletivos lutando para descobrir uma realidade que está posta e dada.

Estalos de Leitura #20 – Rafael de Campos

Uma das maiores definições do ser humano seria “Homo sperans” — homem/mulher esperançoso. Por esse conceito, o ser humano seria aquele que abriga em si a condição essencial da esperança. Deixar tal condição seria o próprio inferno, seria deixar para trás sua humanidade.

Estalos de Leitura #19 – Rafael de Campos

O fanatismo, esse “gene mau” do ser humano — como dirá Amoz Oz — mais antigo do que todas as instituições instituídas, é simplesmente uma luta contra o pragmatismo, o pluralismo, a tolerância, isto é, contra tudo o que achamos que não deveria se encaixar em nossa experiência para com o outro.

Estalos de Leitura #18 – Rafael de Campos

Se em você há fé, religião, crença mas não há amor, minha sugestão é: troque de fé, de cristo, de crença e de religião. Uma fé que não atua em amor não vale as pretensões de nenhuma fé, livro sagrado e/ou religião; sem amor nada vale, nem seu cristo!

Estalos de Leitura #17 – Rafael de Campos

O amor não é troca dos fardos de personalidade; o amor não é encontro de pessoa buscando refúgio da solidão; não é espírito de equipe ou conduta sexual correta (entendendo que tudo isso é importante)… AMOR é vencer o medo e o ódio constantemente; é entregar-se completamente; amor é viver agindo espontaneamente.

Estalos de Leitura #15 – Rafael de Campos

Na velhice, essa idade da vida, é possível ser feliz; é possível aproveitar mais intensamente o viver. Como disse Cícero, ficar se lamentando na velhice é uma questão de caráter, muito mais que o peso da própria idade.

Estalos de Leitura #14 – Rafael de Campos

A sociedade brasileira, como um texto, é uma rede que quer se religar globalmente à estruturas extra conservadoras porque, na intimidade, já vive além das imposições teológicas e metafísicas. 

Estalos de Leitura #12 – Rafael de Campos

Normalmente, pessoas insistem em achar que sua leitura da vida é um “sólido axioma”. Confundem a insana busca de conhecimento com a faculdade humana do pensamento. Tornam suas opiniões caixas fechadas da verdade e revolvem-se quando alguém lhe é contrário. Buscam doutrinas ao invés de experiências no “todo do mundo”. Já é sabido que o pensar é um duro fardo ao ser humano e que tudo o que é “pensado” por nós, tendo mínimo de coerência com nosso senso comum, se torna doutrina – assim, se perde à experiência.