Anne with an ‘E’

Corremos o risco de abafarmos nosso verdadeiro eu (criativo, cheio de potenciais, cheio de aprendizados a receber) substituindo por um personalidade triste, solitário e vazio em si. Acabo de me lembrar do ensino de Rubem Alves que via nas crianças, características essenciais à vida que é vivida em toda a sua potencialidade.

Entre a coroa e a vida

A sociedade está em transformação constante, há mudanças que são pra melhor e outras pra pior, as vezes a cultura e a tradição devem ser mantidas para saúde e bom direcionamento, em outros casos elas produzem pessoas doentes, limitadas e desatualizadas em relação às novidades da vida; como avaliar e entender qual o melhor caminho? Estamos entre a coroa e a vida, a estabilidade da tradição ou a desconfortável ideia de nos reinventarmos sob novas bases; como saber, como decidir? Porque somos ora tão presos ao que está estabelecido e ora tão insubmissos à necessidade de nos mantermos submissos aos avanços que já conquistamos?