Morte

Morrer é perder-me na vastidão do teu corpo Tocar as estrelas com o toque da tua boca na minha pele Morrer é esquecer-me da ânsia da tua existência Morrer é tocar os teus lábios, Salgar minha pele na tua, Afogar-me nos teus beijos

Instantes

Se eu pudesse novamente viver a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.

A fobia da morte: um discernimento essencial

O autor do livro de Hebreus nos diz que Jesus veio destruir aquele que tem o poder da morte; a saber: o diabo. E, além disso, veio para livrar aqueles que pelo pavor da morte estavam sujeitos à escravidão por toda a vida. Para mim poucas revelações espirituais são tão fortes e essenciais para o bem da alma humana quanto as duas acima referidas.

E se eu me isolasse?

Embora hajam momentos na vida em que o isolamento proposital é um ótimo exercício para reflexão, meditação, introspecção e avaliação pessoal, por outro lado, não há desenvolvimento do ser, do caráter, sem um envolvimento real e profundo com as pessoas que nos cercam. Não falo de "coleguismo", de "oi e tchau", falo de relacionamentos significativos.