Minha História de Fé – Livro “Minha Fé Se Discute”

Eu não tenho dúvidas de que algo muito profundo, puro e verdadeiro tinha acontecido comigo em 2003, na minha relação com Deus. Sei disso pois, isso de fato mudou para sempre os paradigmas e as estruturas do meu ser.

Cap. 5 – Pastorear Pessoas – “Minha Fé se Discute”

Cuidar de pessoas nunca deveria ser uma troca, pra que o outro frequente a reunião, traga seus dízimos e se afilie à instituição da qual fazemos parte. De graça recebemos, de graça devemos dar, disse Jesus. Pastorear é uma vocação, não é um negócio. Cuidar de pessoas é como “ser um mendigo que encontrou pão e quer repartir com o outro mendigo”. Pastorear é incluir o problema do outro em sua própria disposição mental de fazer parte da solução do mesmo.

Cap. 2 – O que é adoração – “Minha Fé se Discute”

Mostre-me um só momento em que Jesus tenha adorado o Pai nos moldes atuais de adoração? Isso será impossível, pois você não encontrará nada que dê base para isso. No máximo você conseguirá citar o único momento, em todos os evangelhos, em que Jesus cantou uma canção depois da ceia (que inclusive fazia parte da liturgia judaica da festa pascal).

Cap. 1 – Minha História de Fé – “Minha Fé se Discute”

A princípio, meu objetivo não era me desligar da denominação que fazia parte, nem das pessoas que tinha o privilégio de cuidar na função pastoral (afinal de contas, estávamos em 2013 e portanto fazia 10 anos que fazia parte daquilo tudo, já havia construído uma história ali), porém, depois que fui procurado por um dos líderes da região, com a orientação de ter de fazer determinadas campanhas para melhorar a arrecadação financeira do povo, minha consciência ficou em cheque! O que antes não era um problema pra mim, pela minha antiga maneira de pensar, agora, por outro lado, me pesou o coração, me entristeceu, me deixou numa encruzilhada, já que havia algum tempo que não acreditava mais na coerência dessas campanhas.

Introdução – “Minha Fé se Discute”

Você poderia me perguntar: Então você é um ateu tentando desconstruir a fé cristã lutando para disseminar o ceticismo no mundo? Também não! Longe disso. Embora eu não possa negar que tenha me tornado ateu de certas crenças pregadas tradicionalmente como sendo cristãs, e que foram transformadas em tradição e cultura religiosa, ao mesmo tempo, não posso deixar de afirmar que me sinto e me vejo mais discípulo de Jesus hoje, do que em qualquer outro período da minha história de vida!