E quando eu me for?

Certamente, um dia, hei de me retirar da fisicalidade espaço-temporal. Certamente, um dia, tudo que fui, ou não fui, já não será o que tento ser ainda. Certamente, um dia, todos os meus anseios, ou falta deles, já não terão a veemência com à qual emergem a cada nova manhã ou madrugada. Certamente, um dia, todas as "tragédias e dores", já não serão interpretadas como hoje venho interpretando.