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Tag: grupos do evangelho

O Caminho da experiência comunitária segundo Jesus

O que Jesus propõe como simplicidade total, entretanto, logo deu lugar às complexidades regimentais e aos centros de poder. Mesmo dizendo “tal não é entre vós”— referindo ao poder de governar dos reis e autoridades —, o que se criou desde bem logo foi aquilo que era comum, não o que era completamente incomum.

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A unidade faz a comunidade

Quando falta a unidade, sobram as estratégias para “atrair as pessoas”. Quando não há o amor como vínculo, sobram-se as tentativas superficiais de fazê-lo acontecer pela força do nosso braço. Quando não há identificação do outro como caminhante da mesma missão (digo isso, no sentido de haver uma percepção espiritual dessa realidade), tudo o que fazemos a partir daí não possui a liga suficiente para nos tornar “um” uns com outros e “um” como comunidade. 

Porque você não quer mais ir à igreja?

Acredito que esse livro tem muito a acrescentar a pessoas que estão machucadas com os abusos da religião (cada vez mais frequentes), e também com aqueles que pensam erradamente que basta mudar o “modelo” e tudo se resolve. A questão não é a fachada, a aparência, a formatação simplesmente, mas o espírito, a motivação e a busca pela fidelidade ao cerne da proposta de Jesus.

Relação com Deus e Vida Comunitária

Não julgamos o outro precipitadamente, pelo contrário o fortalecemos, o apoiamos, o incentivamos, oramos por ele, na consciência de que em nós habitam as mesmas potencialidades de maldade, a mesma matriz geradora de desequilíbrios dos mais diversos tipos, nas mais diversas áreas da vida.

As igrejas de nossos dias

Que realidades podem indicar que Jesus está começando a se distanciar de uma comunidade? Quais são os sintomas que mostram uma saúde comunitária debilitada e carente do remédio do arrependimento?

Não quero ser mais evangélico

Qualquer movimento religioso que se diga seguidor de certos preceitos, ou mesmo de certa pessoa, precisa necessariamente buscar coerência e harmonia entre aquilo que se prega e vive em relação àquele que é o “objeto” de sua fé. No caso da fé evangélica, ela parte da premissa da fé no evangelho, nas boas novas trazidas por Jesus, mas não raramente acaba por contradizendo o que foi ensinado pelo próprio Jesus, levando homens e mulheres ao cansaço, à angustiante declaração: “Não quero ser mais evangélico”!

Megalomania

O ensino de Jesus desmonta nossa megalomania, a proposta Dele consiste em servir, amar, estar disponível, se importar, proclamar a bondade de Deus de todas as formas possíveis, tudo o que for gerado a partir disso deve ser consequência e não objetivo pré estabelecido. Sabermos que uma só alma vale mais que o mundo inteiro deveria nos fazer valorizar cada encontro humano, cada testemunho de graça recebido, cada oportunidade de influenciar, devemos manter nossa sensibilidade aguçada para perceber a graça presente nas pequenas coisas da vida.

Recomendações aos Reunidos

Certamente aquilo que foi dito às comunidades de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia possuem aplicabilidade aos reunidos de nossos dias e faz todo sentido refletirmos sobre tais apontamentos (elogios e críticas) afim de não cairmos nos mesmos erros que aqueles irmãos caíram.

A vida comunitária

Logo após a ressurreição, Jesus apareceu a muitos, durante quarenta dias, falando sobre as coisas relacionadas ao Reino de Deus. Uma dessas coisas é que os discípulos deveriam se manter em Jerusalém até que do alto fossem revestidos pelo poder do Espírito Santo, e assim aconteceu. A partir desse fenômeno extraordinário, os discípulos de Jesus começam a viver comunitariamente realizando a missão que Jesus lhes ordenou; da mesma forma que justamente depois da descida do Espírito Santo em forma corpórea de pomba, que Jesus começou a realizar as obras de seu Pai.

Fé Cristã

Os seis primeiros capítulos do evangelho de João deixam claro para nós quem é Jesus e o que devemos ser. Jesus vem para anunciar e estabelecer uma nova aliança com a humanidade, ele parte de Israel (pois nasceu e cresceu no mundo judeu), mas progressivamente vai alcançando a todos, sem distinção, sem acepção de pessoas, vai anunciando as características da vida que Deus aceita como “agradável”.

A Lei e a Graça

Veja que “pregar um outro evangelho” significa transformá-lo em um mero manual de comportamentos, rituais e exterioridades. O que importa é ser uma nova criação, disse Paulo. Isso significa que a transformação que o evangelho faz, em qualquer ser humano que por ele é alcançado, é de dentro pra fora e não o contrário, e mais, não tem como objetivo criar um ser humano ritualístico supersticioso conferindo poder espiritual à métodos, objetos, eventos, campanhas etc. “Vocês estão observando dias especiais, meses, ocasiões específicas e anos! Temo que os meus esforços por vocês tenham sido inúteis”.

Redescobrimento da Vida

Até poucos anos atrás, minha vida girava em torno de um determinado grupo limitado de pessoas, que representavam o meu gueto pessoal de convívio e de amizades. Tudo o que eu fazia fora dali tinha como objetivo de alguma forma acrescentar pessoas àquele grupo. As nuances da cidades me passavam desapercebidas, as esquinas, os bares, os points, as praças (especialmente à noite) me eram profanas e inexistentes como possibilidade de acesso. Cultura? Só a religiosa era importante! Aventura? Só dentro dos limites estabelecidos pelas regras do lado de fora!

Grupos Informais do Evangelho

ENCORAJO a criação, a organização, a existência, a importância e participo de encontros simples, informais, interativos, bem humorados, responsáveis, permanentes, ao mesmo tempo, livres, ao redor da mesa, onde se celebra a fé, a vida, o amor, a amizade, a solidariedade, a compaixão, a misericórdia e a pratica do bem!
Onde se ora, se lê e relê o Evangelho na tentativa de interpreta-lo para o chão da vida onde a vida de fato acontece.

Encontro

Cristo me encontrou.
Nele me encontrei.
Nele encontrei meu próximo em qualquer próximo.
Estes encontros determinam minha espiritualidade.
Esta espiritualidade é leve, responsável e não precisa de lugar, hora, visibilidade exagerada, antes, valoriza o anonimato. a discrição, a transcendência e os significados eternos.

Comece a reunir os irmãos

Comece a reunir os irmãos. É tão fácil! Não fique preocupado com uniformização de horário, agenda, comando, agendamento de programas que oferecem uma suposta “segurança” à alma fraca e que precisa se entregar para ser conduzida. Não crie dependências, não construa mais um ídolo com a expectativa que os outros adorem! O caminho de Jesus é natural, é leve, é amoroso, é livre, tem como base a transparência, o cuidado mútuo, a troca, a retirada do egoísmo, o repartir, a educação pra vida!

A comunidade dos meus sonhos

Estamos vivendo numa sociedade com inúmeras comunidades cristãs. Católicos, evangélicos, ortodoxos, liberais, neopentecostais, místicos, racionalistas, e tantos outros fazem parte de um movimento comunitário na direção de Jesus. Eu não posso negar que de vez em quando, no meio dos milhares que se dizem cristãos, eu encontro um ou outro que leva sério o viver como Jesus. Não parecem ser muitos. Talvez sejam a minoria. Quantas pessoas que apenas satisfazem com o título de cristãos?