Ir para conteúdo
Anúncios

Tag: estalos de leitura

Estalos de Leitura #21 – Rafael de Campos

Antes de “achismos” ou precisarmos julgar o mundo e as pessoas, ou sermos guiados por qualquer fé mística (horóscopos, textos sagrados, etc), experimentemos a desconstrução e a prática de sermos guiados por saberes humanitários. Não confundamos crença com saber – isso nos torna ‘imbecis’ coletivos lutando para descobrir uma realidade que está posta e dada.

Anúncios

Estalos de Leitura #20 – Rafael de Campos

Uma das maiores definições do ser humano seria “Homo sperans” — homem/mulher esperançoso. Por esse conceito, o ser humano seria aquele que abriga em si a condição essencial da esperança. Deixar tal condição seria o próprio inferno, seria deixar para trás sua humanidade.

Estalos de Leitura #19 – Rafael de Campos

O fanatismo, esse “gene mau” do ser humano — como dirá Amoz Oz — mais antigo do que todas as instituições instituídas, é simplesmente uma luta contra o pragmatismo, o pluralismo, a tolerância, isto é, contra tudo o que achamos que não deveria se encaixar em nossa experiência para com o outro.

Estalos de Leitura #18 – Rafael de Campos

Se em você há fé, religião, crença mas não há amor, minha sugestão é: troque de fé, de cristo, de crença e de religião. Uma fé que não atua em amor não vale as pretensões de nenhuma fé, livro sagrado e/ou religião; sem amor nada vale, nem seu cristo!

Estalos de Leitura #17 – Rafael de Campos

O amor não é troca dos fardos de personalidade; o amor não é encontro de pessoa buscando refúgio da solidão; não é espírito de equipe ou conduta sexual correta (entendendo que tudo isso é importante)… AMOR é vencer o medo e o ódio constantemente; é entregar-se completamente; amor é viver agindo espontaneamente.

Estalos de Leitura #15 – Rafael de Campos

Na velhice, essa idade da vida, é possível ser feliz; é possível aproveitar mais intensamente o viver. Como disse Cícero, ficar se lamentando na velhice é uma questão de caráter, muito mais que o peso da própria idade.

Estalos de Leitura #14 – Rafael de Campos

A sociedade brasileira, como um texto, é uma rede que quer se religar globalmente à estruturas extra conservadoras porque, na intimidade, já vive além das imposições teológicas e metafísicas. 

Estalos de Leitura #12 – Rafael de Campos

Normalmente, pessoas insistem em achar que sua leitura da vida é um “sólido axioma”. Confundem a insana busca de conhecimento com a faculdade humana do pensamento. Tornam suas opiniões caixas fechadas da verdade e revolvem-se quando alguém lhe é contrário. Buscam doutrinas ao invés de experiências no “todo do mundo”. Já é sabido que o pensar é um duro fardo ao ser humano e que tudo o que é “pensado” por nós, tendo mínimo de coerência com nosso senso comum, se torna doutrina – assim, se perde à experiência.

Estalos de Leitura #11 – Rafael de Campos

Uma coisa se desdobra, como fato, em questões políticas à lá brasileira: “nenhuma boa vontade de hoje assegura a boa vontade de amanhã”. Isto é, a boa vontade política atual, de alguns, não assegura e determina o curso do ‘mundo brasileiro’ para o amanhã. 

Estalos de Leitura #10 – Rafael de Campos

Desde Sócrates, o ser humano entende o próprio aperfeiçoamento e o do mundo humano pela justa medida (virtude) de seu pensamento e sua ação como animal político (como dirá Aristóteles). Mas, o duplo desacordo das contradições lógicas e a má consciência ética tem superado o entendimento acerca do “animal político”.

Estalos de Leitura #9 – Rafael de Campos

Nossa memória sendo queimada ligeiramente. 
A herança de uma nação é a sua memória e, sem a memória histórica não temos testamento. Nossas posses do passado queimadas refletem a falta de um amanhã. E como dizia Arendt: sem testamento, sem tradição.

Estalos de Leitura #8 – Rafael de Campos

Todos somos “marcados” pela solidão. Desse estado de “só”, onde lugares cheios de conversa, são mais mudos que o silêncio; onde lugares repletos de coisas, são desertos como o ermo.

Estalos de Leitura #6 – Rafael de Campos

Fato é que os “clichês” tomaram conta de nossa linguagem diária. Na política, ou para questões políticas, os clichês funcionam onde a “palavra” e a “fala” – que pretendem ‘compreender’ o conhecimento – perdem sua qualidade e transformam-se em sua banalização, até chegar ao ato de violência.