EOP #4 – Amar inimigos

Só uma boa dose desse santo absurdo pode salvar a nossa alma daquilo que fizemos com a gente mesmo e com os demais habitantes do planeta terra, só o absurdo do amor pode dar o tempo necessário para que tratemos nossas maldades com arrependimento e rendição à graça, sem isso estamos todos conjuntamente danados!

EOP #3: A porta estreita

Com o passar do tempo vamos aprendendo que, embora não façamos apologia à dor, precisamos reconhecê-la como imprescindível para a construção interior que está sendo realizada em cada um de nós. Não há aprendizado sem dor! Não há crescimento sem "erros e acertos", correções, sem o processo de "cair e levantar", "ser incentivado e ser repreendido". A porta estreita é pouco acessada justamente porque para passar por ela é preciso "morrer" para si para viver por uma "causa maior".

EOP #2: O ramo que não dá fruto

Contamos com a longanimidade de Deus? Sempre! Mas, também é inegável que a oportunidade de arrependimento não é algo que dura para sempre, o agricultor é paciente na busca por frutos, mas caso, vez após vez, não os encontre, poderá, com muito pesar, pedir para que a figueira seja cortada para que não inutilize a terra!

EOP #1: Amar o outro como a si mesmo

Em outras palavras, amar o outro como a si mesmo é tratar o outro como nós gostamos de ser tratados, dar a preferência no trânsito para o outro (ser gentil), fazer o outro se sentir a vontade em nossa casa, colocar o que somos e temos à disposição para quem precisa de socorro, é promover o bem, a alegria, a satisfação do outro, é lavar os pés (servir), é querer a cura do outro e contribuir para que ela aconteça, é corrigir (criticar, chamá-lo à lucidez, ajudá-lo a encontrar o caminho da paz), é sofrer com o outro (estar junto, ter empatia, se colocar no lugar do outro).