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Tag: Caio Fábio

Espiritualidade Cristã – Felipe Pondé e Caio Fábio

O Canal Democracia na Teia é apresentado pelo Professor e Filósofo Felipe Pondé que entrevista várias personalidades para falar sobre política, espiritualidade, democracia e tecnologia. Desta vez, Caio Fábio D’Araújo Filho fala sobre o cristianismo constantiniano, ateísmo e evangelho de Jesus.

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Deus é quase totalmente amor?

A impressão que me dá é sempre a de que se está tentando fazer Deus mais forte, mais parecido com a gente, que somos juízes e santarados, e somos aqueles sem os quais “Deus nada pode fazer na Terra”. Diz o Homem a Deus: Sem mim nada podes fazer! Eu sou a Videira, Tu és o Ramo!

FICÇÃO CIENTÍFICA: a mortalha da humanidade!

Assim, em nossas melhores ficções, o futuro é a morte global! Eu, todavia, contra todas as ficções, direi para sempre que a Nova Jerusalém virá à Terra. Sim, podem chamar de ficção, se desejarem. Mas é ficção de esperança, não de morte.

Caco por Caco

Consertar o passado é um trabalho que seu Jorge nos ensina quando conserta as nossas antiguidades, quase todas feitas de cristal muito fino e insubstituível.

O paganismo da amizade cristã

No dia que o cristão amar a todos os homens e for misericordioso para com todos os homens, e não se separar de outros cristãos apenas porque eles se expressam de modo diferente – nesse dia a sociedade que nos cerca verá a nossa luz, e glorificará o nosso Pai Celestial.

O que eu gosto mesmo

Amo semear porque constato que a semente é viva, e que é livre como o Semeador, por isto é que eu semeio cada vez mais calmamente; posto que a semente tenha vida própria; e que a terra/coração de si mesma frutifique.

Ser evangélico

Nos dias de hoje, quase sempre, ser “um evangélico” já não tem nada a ver com ser evangélico conforme o apóstolo Paulo. Hoje, quando um evangélico “evangeliza”, em geral, ele o faz a fim de que a “igreja” cresça como poder histórico visível. Ou seja, “evangelização” significa crescimento numérico sob o pretexto de que se quer salvar as almas do inferno.

Alguém sabe onde estão os crentes?

Ah! Como sinto falta dos crentes! Sim! Daquela gente que temia a Deus, que amava o próximo, que guardava o coração para não pecar nem na emoção raivosa e que se deleitava na alegria sua ou dos irmãos!

O Caminho da experiência comunitária segundo Jesus

O que Jesus propõe como simplicidade total, entretanto, logo deu lugar às complexidades regimentais e aos centros de poder. Mesmo dizendo “tal não é entre vós”— referindo ao poder de governar dos reis e autoridades —, o que se criou desde bem logo foi aquilo que era comum, não o que era completamente incomum.

Não quero ser mais evangélico

Qualquer movimento religioso que se diga seguidor de certos preceitos, ou mesmo de certa pessoa, precisa necessariamente buscar coerência e harmonia entre aquilo que se prega e vive em relação àquele que é o “objeto” de sua fé. No caso da fé evangélica, ela parte da premissa da fé no evangelho, nas boas novas trazidas por Jesus, mas não raramente acaba por contradizendo o que foi ensinado pelo próprio Jesus, levando homens e mulheres ao cansaço, à angustiante declaração: “Não quero ser mais evangélico”!

A criação conta sua própria história

O universo todo não só proclama a glória de Deus, mas conta sua própria história. E não é história natural e história da civilização. Não dá para separar as coisas. Os deuses dos povos, as culturas, as alternâncias de poder — e tudo o mais! — vieram graças a catástrofes.

O amor crê no amor

Pergunte a um amante se ele ou ela quer deixar de necessitar da pessoa amada, e a resposta será “não”. Pergunte a um verdadeiro crente se ele deseja não precisar de Deus, e ele também dirá “não”. Este é o fruto do amor: necessidade de crer no amor, e não temer sofrê-lo ou conhecê-lo. É uma tragédia o amor que não pode ser declarado como vida, assim como é trágica a fé que não se manifesta como obra. Assim é com o amor: ele tem que dar fruto! Proibir o amor de se expressar é como proibir uma planta de dar seu próprio fruto. O amor não tem como falar de si em palavras, nem em “distintas ações”.

Comece a reunir os irmãos

Comece a reunir os irmãos. É tão fácil! Não fique preocupado com uniformização de horário, agenda, comando, agendamento de programas que oferecem uma suposta “segurança” à alma fraca e que precisa se entregar para ser conduzida. Não crie dependências, não construa mais um ídolo com a expectativa que os outros adorem! O caminho de Jesus é natural, é leve, é amoroso, é livre, tem como base a transparência, o cuidado mútuo, a troca, a retirada do egoísmo, o repartir, a educação pra vida!

Reconexões – Introdução – Parte 2

Existem pessoas que não creem que houve uma desconexão, acham que estamos vivendo hoje a melhor fase evolutiva do ser humano. Há pessoas que acham que nós de fato, evoluímos espiritualmente, mentalmente, psicologicamente, racionalmente apenas porque nós, hoje, fazemos parte da sociedade tecnológica, que é completamente suicida, altamente conectada pela tecnologia e completamente desconectada nas emoções e afetividades, capaz de trocar bilhões de informações mas que não consegue se comunicar com quem está ao lado.

Reconexões – Introdução – Parte 1

Esse é um texto escrito há mais de dois milênios e meio atrás e você percebe que a leitura dele foi equivalente a algo que pudesse ter sido produzido nessa manhã, para essa época, para esse dia, na descrição da nossa sociedade, de nós mesmos, das nossas doenças pessoais, doenças sociais, doenças relacionais e em todas as áreas; bem como a descrição da nossa desconexão natural e de como a nossa existência produz em todos os níveis uma desestruturação sistêmica. Há uma ecosistemia perversa estabelecida daquilo que é produzido pela mente do homem até aquilo que se materializa como destruição natural.

A nueza da alma

A capacidade de concebermos uma expressão nua, sem qualquer invólucro daquilo que podemos gerar como filha do nosso comportamento, cultura e modo de vida, e que iconiza uma geração, uma idiossincrasia, um estilo, um sentimento, é capaz de gerar frutos artísticos que apenas trazem consigo, um retrato da alma e que em via de cada ser humano, possibilita formas de expressões variadas, porém, rotuladas; rotuladas, porém, diversificadas e por fim, ilimitadas e universais.