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Intimidade

Intimidade sempre fragiliza e vulnerabiliza.
Intimidade expõe a nudez.
Intimidade deve ser rara.
Intimidade é tesouro.
Intimidade não se negocia.
Intimidade não se impõe, se conquista.
Intimidade quando banalizada, fere e desaparece.
Intimidade leviana envergonha.

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Vê se aparece

Vê se aparece
Andaste muito ausente
E já não há mais ar o suficiente
No mundo terrestre.
Vê se não desaparece.
Vê se descansa
O nervosismo não é amigo de ninguém.

As novas mídias e seus desafios

Quem possui mais de 30 anos de idade faz parte de uma geração de transição, ou seja, que participou de um mundo sem redes sociais, sem conexão online, sem jogos virtuais e viu surgir um novo mundo diante dos seus olhos, viu o advento de uma revolução tecnológica que mudou completamente o cotidiano das pessoas, trazendo pra perto aquilo que estava longe, recebendo cotidianamente uma enxurrada de informações praticamente sobre tudo e sobre todos.

Há motivos pra desanimar?

Há motivos em sua vida pra desanimar? Você consegue elencar razões pra entregar os pontos e jogar a toalha no ringue da vida? Eu sei que você tem, mas apesar disso, considere também as benesses, as bênçãos recebidas, os apoios oferecidos, os privilégios conquistados, as boas oportunidades de virar o jogo que estão diante de você! Tenha esperança, não há nada que não possa ser revertido em bem de alguma forma, mesmo que seja uma doença incurável, essa situação pode te tornar um ser humano melhor, e você pode levar dessa vida um caráter desenvolvido, experiências de amor além de amizades verdadeiras.

Larguei a religião…

Me desvencilhei de todo esforço para se achegar a Deus, parei de tentar provar que eu era digno e entendi que a graça fez isso por mim por um ato de amor que não me coube entender, mas aceitar. Como diz certo homem de Deus, durma com esse barulho ecoando na sua cabeça.

Carta ao amigo distante

Amigo,
Eu estou diferente,
Mais sofrida, mais marcada
Me espanta a vida
Me espanca a vida
Mas o meu olhar
Ah! O meu olhar
Para você meu amigo
Continua límpido, cristalino
E meu coração
Parece criar asas…

Há tempos e tempos

Você tem tempo para as coisas essenciais da vida?
Você tem tempo para…
Você tem tempo?
Tempo?
Todos temos 24h. por dia
Para o que está no leito do hospital o tempo parece sem pressa, tranquilo, lento até demais
Para o que tem mil coisas pra fazer, mil lugares pra estar, mil pessoas pra encontrar o tempo corre, aliás ele voa na velocidade da luz.

Cotidianamente

Outra manhã,
Hoje de sol!!!
Amanhã?!
De chuva talvez…
Meses,
Quatro vezes,
De três em três!
E lá se foi mais um ano,
Igual…
Iguais?
Mas e tudo que aconteceu?!

3 Músicas para Dezembro 2016

O gosto pela música é uma coisa muito particular, eu sei. Fala da nossa identidade, cultura, família, situações já vividas, etc. Ao mesmo tempo, há letras que excedem as preferências, que transcendem suas melodias, que suplantam seu ritmo e estilo musicais. É pensando nisso que resolvi indicar canções a cada mês, e ao mesmo tempo, receber suas indicações nos comentários para conhecermos juntos, músicas que nossos ouvidos e corações ainda não provaram. É um convite à uma espécie de experimentação musical, ou seja, um chamado a se expôr ao gosto dos outros! E aí, você topa?

Separação

De repente, o que antes era cheio de fé se mostrou incrédulo
É como se a máscara caísse e o monstro viesse à tona
É possível conviver com sinceros falhos, mas não com demônios disfarçados
Mas, o tempo tratou de descobrir o conteúdo oculto, isso foi fatal
De repente, a satisfação de estar junto deu lugar à crise e à falta de sentido
Não encaixava mais, não havia mais sabor, ficou intragável
A sobriedade enlouqueceu, a joia se revelou bjouteria, o inestimável ficou barato
A claridade do dia deu lugar à tempestuosidade da noite, isso desesperou

O deus criado pelos homens

Na espiritualidade um fenômeno semelhante acontece: o ser humano cria divindades para satisfazer sua própria vontade! É nesse viés que o comércio da fé acontece: promete-se bênçãos infinitas, faz-se campanhas pela casa própria, apela-se convencendo as pessoas de que deus está ali para servi-las, para trazer o amor perdido de volta, para interromper a crise financeira, para satisfazer os desejos mais vis que elas possam possuir, é claro, sempre tendo o dinheiro como moeda de troca, fazendo barganhas com a divindade.

E se eu me isolasse?

Embora hajam momentos na vida em que o isolamento proposital é um ótimo exercício para reflexão, meditação, introspecção e avaliação pessoal, por outro lado, não há desenvolvimento do ser, do caráter, sem um envolvimento real e profundo com as pessoas que nos cercam. Não falo de “coleguismo”, de “oi e tchau”, falo de relacionamentos significativos.

A sede por espiritualidade na vida

Vivemos uma vida pretendendo e nos aplicando a ecoar uma espiritualidade sadia. Nessa pretensão, descobrimos que não podemos ser eco de “castelos feitos no ar”. Um exemplo claro dessa construção fantasiosa é a separação entre a religião e a vida cotidiana, tornando a experiência religiosa um subdepartamento da vida como um todo (o escolasticismo é tido pelos espiritualistas como o movimento precursor desse divórcio). Assim, as discussões e demandas tão necessárias acerca da sexualidade, dos relacionamentos, da politica, das artes, da economia, da cultura em geral etc., se tornam departamentos onde a religião não toca e nem se deixa tocar.

E se fosse o fim?

Mas, e se o fim estivesse mais próximo do que imaginamos? E se uma notícia nos trouxesse a realidade de que não dá tempo nem sequer de completar um terço de nossas missões? E se fosse o fim de nossa vida nessa terra? Qual o tamanho do vazio que isso traria ao nosso coração? Em que escala a gente se afundaria em tristeza e desespero?

A foto, o vídeo, a web e a vida!

Trocamos o futebol na rua pela segurança do jogo de futebol virtual, substituímos o “cara-a-cara” pelo “cara-na-tela”, o toque físico (beijo, abraço, aperto de mão) pelo toque no smartphone, ao invés de conhecermos novas pessoas preferimos “adicionar aos amigos”, será que foi uma boa troca? Nunca estivemos tão ansiosos, depressivos e imaturos emocionalmente como nos dias atuais, pouco a pouco nossa vida vai se tornando virtualizada, artificializada, mecanizada, pouco a pouco vamos nos afogando no mar de informações (web) de tal forma que as únicas informações que realmente são relevantes vão sendo esquecidas, reduzidas ao nada.

Quando um pai abandona seus filhos!

Foi abandonada por seu pai quando tinha 6 anos de idade, ficou em cacos. Lidou com esse sentimento por muitos anos; tentou reencontrá-lo, viajou muitos quilômetros para tentar uma reaproximação, infelizmente mais uma vez e lhe deu as costas! Então, ela decidiu se refazer, se reinventar, ir à luta!