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A sede por espiritualidade na vida

Vivemos uma vida pretendendo e nos aplicando a ecoar uma espiritualidade sadia. Nessa pretensão, descobrimos que não podemos ser eco de “castelos feitos no ar”. Um exemplo claro dessa construção fantasiosa é a separação entre a religião e a vida cotidiana, tornando a experiência religiosa um subdepartamento da vida como um todo (o escolasticismo é tido pelos espiritualistas como o movimento precursor desse divórcio). Assim, as discussões e demandas tão necessárias acerca da sexualidade, dos relacionamentos, da politica, das artes, da economia, da cultura em geral etc., se tornam departamentos onde a religião não toca e nem se deixa tocar.

E se fosse o fim?

Mas, e se o fim estivesse mais próximo do que imaginamos? E se uma notícia nos trouxesse a realidade de que não dá tempo nem sequer de completar um terço de nossas missões? E se fosse o fim de nossa vida nessa terra? Qual o tamanho do vazio que isso traria ao nosso coração? Em que escala a gente se afundaria em tristeza e desespero?

A foto, o vídeo, a web e a vida!

Trocamos o futebol na rua pela segurança do jogo de futebol virtual, substituímos o “cara-a-cara” pelo “cara-na-tela”, o toque físico (beijo, abraço, aperto de mão) pelo toque no smartphone, ao invés de conhecermos novas pessoas preferimos “adicionar aos amigos”, será que foi uma boa troca? Nunca estivemos tão ansiosos, depressivos e imaturos emocionalmente como nos dias atuais, pouco a pouco nossa vida vai se tornando virtualizada, artificializada, mecanizada, pouco a pouco vamos nos afogando no mar de informações (web) de tal forma que as únicas informações que realmente são relevantes vão sendo esquecidas, reduzidas ao nada.

Quando um pai abandona seus filhos!

Foi abandonada por seu pai quando tinha 6 anos de idade, ficou em cacos. Lidou com esse sentimento por muitos anos; tentou reencontrá-lo, viajou muitos quilômetros para tentar uma reaproximação, infelizmente mais uma vez e lhe deu as costas! Então, ela decidiu se refazer, se reinventar, ir à luta!

O avião em queda e a tendência humana

Vejo essa gravidade existencial dentro de mim, essa tendência de querer sempre o que me é proibido, exagerar naquilo que é prazeroso, não fazer gestão da vida com equilíbrio afim de promover a paz interior e exterior. As vezes, uma situação simples como ter um saquinho de amendoim em cima da mesa de trabalho já um desafio comparável aos Jogos Olímpicos; tentar não comer tudo é como domar um leão!

Quando se é correspondido, é melhor!

E por mais que não seja a reação que nos motive a fazer as coisas, sempre nos sentimos mal quando recebemos do outro uma resposta mal educada, ingrata e grosseira.