Na tentativa de agradar as pessoas, eu me lembro sempre de que já sou um derrotado nesse objetivo, pois sempre haverá uma consciência que acabo ferindo simplesmente por ser quem eu sou, sem fazer nenhum esforço.

Se saio de casa de shorts, há alguém pra condenar a “falta de decoro”; se trabalho no sábado, há alguém pra condenar a “falta de respeito” com seu dia sagrado; se ouço as músicas dos poetas não religiosos, há alguém que condena aquilo que chama de “música do mundo”; se abraço e incluo os excluídos, sempre há alguém pra me chamar de “amigo dos pecadores” e me condenar.

Se me pacifico e aprendo a estar bem com o que tenho e sou, há alguém pra dizer que me “falta iniciativa” para empreender e me “sobra preguiça” pra trabalhar.

Se acelero e produzo abundantemente, sempre há um pra condenar o “excesso de trabalho” e me dizer pra acalmar.

Se sou intenso no ensino, há sempre alguém dizendo que essa “radicalidade é desnecessária”. Se sou brando, doce e cheio de empatia, há aquele que aponta que me “falta ser mais firme e categórico”.

De toda forma, a consciência do outro é ferida. A aparência do mal é relativa à consciência de cada um. E há aqueles que enxergam a maldade em tudo, e para esses, é impossível existir longe da aparência do mal, visto que tudo é mau e o diabo está presente em tudo.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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