Crônica: A interferência do tempo

O tempo calibra o nosso olhar; coisas que na infância pareciam pequenas e banais hoje causam nostalgia e parecem que são difíceis de se alcançar. Antes, o tempo parecia infinito, hoje completamente limitado. As risadas eram fáceis, hoje a dureza da vida endurece as nossas risadas; quase não gargalhamos! O tempo traz preocupações que antes não tínhamos, desfaz algumas fantasias que tomavam conta do nosso imaginário. O tempo traz nossos pés para o chão, mostra limites onde não víamos limites. Quando Jesus disse da importância “de sermos como os pequeninos”, talvez também se aplique à forma como as criancinhas são “humildes” em relação ao tempo. As crianças não atropelam o tempo, não violentam os momentos. Quando riem, riem completamente, como se não houvesse um próximo riso. Quando choram, choram como se o mundo fosse acabar ali, naquele choro. A capacidade de viver o presente é uma virtude invejável nas crianças. É um pouco sobre as mudanças que o tempo faz na gente que a crônica de Martha Medeiros trata:

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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