Página 261 a 265

Há uma tendência humana muito bem conhecida, mas pouco “percebida” no cotidiano, em cada um de nós: a tendência de tercerizar a vida. Fugimos do protagonismo, nos afastamos da responsabilização, elegemos alguém pra fazer o que não queremos fazer e depois “descansamos” acreditando que não há mais o que se preocupar com aquilo. Fazemos isso com a educação dos filhos, com as tarefas domésticas, com a preparação da comida e podemos fazer exatamente isso na direção de Deus. Elegemos alguém que seja de Deus por nós, esse alguém pode ser uma pessoa, um grupo, uma denominação, uma religião. Cumprimos meia dúvida de ritos, achamos que é o “pagamento devido” substituindo aquilo que é mais importante na relação humano-divino, que é “nossa entrega pessoal ao amor”.

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1 comentário

  1. Obrigado pela proposta da leitura do livro Sem Barganhas. Desconstruiu mais um pouco das construções que fui exposto desde menino. Ainda falta construir muita coisa, mas a parte da demolição já está bem adiantada… (rsrs eu acho…).

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