Página 206 a 210

Interessante pensar sobre esse assunto: os homens mais exaltados do ponto de vista religioso eram os mesmos para os quais Jesus nominou de filhos do diabo. Isso se dá pelo fato de que a maioria das pessoas é extremamente influenciável e impressionável pelas aparências, pela capacidade de decorar versículos, pela eloquência verborrágica e por qualquer ser humano que exerça poder em alguma dimensão. A lógica é: se o consideram grande, grande deve ser!

Nesse sentido, se render a Deus é também se “desrender” à potestade religiosa que exerce poder sobre toda a terra, mas que não consegue produzir nada para além do que “filhos do diabo”, visto que coloca uma carga pesada sobre os outros e não está disposta a levantar um dedo para ajudar a carregar; cria a ilusão das aparências, mas nunca preeche o coração; faz da vida um rito obrigatório vazio e transforma as relações humanas em palco de todo tipo de julgamento e perversidade em nome de Deus.

E aí? O que achou da leitura dessas páginas desse livro? Deixe seu comentário com suas percepções logo abaixo!

1 comentário

  1. Sempre fui ensinado a “ser o exemplo”, pois estou “rodeado de uma grande nuvem de testemunhas”, e aprendi a viver sempre pensando que “um outro” (não só Deus, mas pessoas) de alguma forma me observa, por isso tenho que fazer tudo certo, para “dar bom testemunho”.

    Minha reflexão no final da leitura de hoje foi: que eu não seja esse sepulcro invisível. Que se alguém me tenha como exemplo ou não, o fato é que eu não devo e não quero pensar de mim mais do que convém.

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