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Hoje, me dou o privilégio de fazer poucos comentários, visto que o que há de ser dito está dito e reparto com vocês logo abaixo:

Tudo o que eu quero nessa vida é me tornar uma obra em constante construção, feita pelo moldar do Espírito que comunica seus riscos, intensidades, interesses, surpresas provenientes de sua Graça. Isso basta!

E aí? O que achou da leitura dessas páginas desse livro? Deixe seu comentário com suas percepções logo abaixo!

2 comentários

  1. Como ouvi certa vez, a Graça não é uma doutrina mas uma pessoa. A Graça é. Cristo é.

    Nós somos relativos. Como disse Caio, “o mais livre de nós… frequentemente até esquece que é um ser caído, e por isso, existe pré-condicionado. Por mais conscientes que sejamos, vemos e interpretamos pelas “lentes turvas” com as quais olhamos.

    Uma parte da leitura desse dia me fez lembrar um pensamento que tive ao passar em frente ao templo onde me reunia institucionalmente. Estava terminando o culto e eu vi o pastor falando com pessoas na porta da igreja e recebendo pessoas novas. E tive consciência de que isso nunca vai parar. A “igreja”, o Cristianismo, vai ainda crescer em número.

    Como o Caio cita no livro, “O Cristianismo não desaparecerá e nem deixará de crescer em número e em poder terreno”. O problema é que não gerarão pessoas com consciências sadias. Porque como ele cita no livro, incredulidade não significa não crer “historicamente” em Jesus. Incredulidade é não descansar nessa Graça, não acreditar que está pago, “Testelestai”, e ser livre pela Sua Cruz.

    Nossa esperança é que de fato se manifeste o “Povo Gente Boa de Deus na Terra”. E que de preferência, nós sejamos parte desse povo. Como era comum ouvir nas igrejas mais antigas por onde passei: “que esse ‘avivamento’ comece em mim”.

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