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Na medida em que vamos acumulando sobre nossa percepção a ideia de que a nossa justiça própria (comportamentos morais) é a garantidora da nossa experiência com Deus, vamos aumentando a insensibilidade do verdadeiro promotor de paz eterna, a saber, Jesus (que reconciliou o mundo com o Pai). Apontando sempre para nós, criamos também nas pessoas ao nosso redor, a referência errada! Passamos a pregar nós mesmos aos outros e deixamos de reproduzir “tudo quanto Jesus nos ensinou”.

O efeito disso é evidente: queremos o teu Cristo, mas não queremos o teu cristianismo, como disse Gandhi. A “autojustificação” que demonstramos não combina com a “justiça de Cristo”. A nossa tentativa de nos salvar pelos comportamentos pregam o anti-evangelho! Essa discrepância pode até ser capaz de convencer os inexperientes a entrarem pra nossa religião, mas frequentemente mais matam a sensibilidade do outro do que o liberta.

E aí? O que achou da leitura dessas páginas desse livro? Deixe seu comentário com suas percepções logo abaixo!

2 comentários

  1. Esse endeusamento de Lutero e Calvino sempre me incomodou. Todos somos seres relativos. Até Paulo. Só Jesus merece a centralidade de nossas atenções.

  2. nao precisamos de uma reforma. mas sim uma reconstrucao da fe em amor. o Amor que vem e fala para nosso bem em Cristo Jesus.

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