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Certa vez, fui convocado pelos presbíteros de uma determinada denominação para prestar contas acerca de um texto que publicara na internet. Esse texto fazia alusão à boa vontade do Papa Francisco no sentido de quebrar paradigmas e estabelecer uma postura simples, mansa e humilde, ao invés de se valer da proeminência papal. Isso constrangeu a liderança que me chamou para uma conversa séria! “Estamos preocupados com você, Rodrigo”, disseram. “Temos visto suas postagens, e isso tem gerado uma preocupação acerca da sua fé”.

Depois de responder a uma bateria de perguntas, falei sobre algo que a leitura de hoje me fez lembrar: a consciência de que evangelizar não é oferecer um curso que vincule a pessoa à instituição que pertencemos (pra que ela possa se batizar); evangelizar não é uma reunião temática para esse fim; tudo o que fazemos para anunciar o evangelho à humanidade é, de fato, evangelizar! Conversas informais evangelizam, posts nas redes sociais evangelizam, orações e reuniões públicas evangelizam, o simples expressar do amor de Deus é um ato de evangelização. Claro que minha explicação não foi bem vista pelos líderes naquela ocasião, mas quero repetir o que está no livro Sem Barganhas com Deus:

E aí? O que achou da leitura dessas páginas desse livro? Deixe seu comentário com suas percepções logo abaixo!

3 comentários

  1. É triste constatar que grande parte das “igrejas” caíram da Graça. Que nós, individualmente, que cuidamos estar de pé, olhemos por nós mesmos para que também não caiamos.

  2. Crescer em graca e amor envolve sermos chamados por Deus para sairmos dos portoes da religiao e nos ligarmos a verdadeira Vida. ao tenro e limpo amor em Cristo.

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