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Chegamos a um ponto crucial da jornada, uma encruzilhada onde os caminhos propostos não são compatíveis, não convergem um para o outro, não se encontram nunca mais em nenhum ponto futuro da história: ou se é filho da Graça de Jesus, sem nenhuma barganha a fazer, ou se é aliançado com a teologia moral da causa e efeito dos amigos de Jó. As palavras do apóstolo Paulo aos Gálatas se tornam cruciais nesse ponto da reflexão: “Os que desejam causar boa impressão exteriormente, tentando obrigá-los a se circuncidarem, agem desse modo apenas para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo”. Gálatas 6:12

Abraçar a graça e a cruz de Cristo como completos e suficientes para a vida desmonta toda nossa necessidade de coadunar com uma agenda de exterioridades, aparências e moralidades superficiais. A exigência da “boa impressão exterior”, para alguns, é a garantia da auto-justificação que lhe blinda das vicissitudes de sofrimento da vida, enquanto que a negação em realizá-la coloca o indivíduo no caminho da execração pública sem chances de defesa.

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4 comentários

  1. Deus em sua infinita graça e amor nos livra do pecado da moralidade e dos falsos ‘eus ‘ presente nos dogmas de faraó presente na igreja.

  2. Antes de conhecer a graça não entendia esse povo dessas igrejas porque pregava o que não vivia . Agora sinto pena porque é um privilégio conhecer Jesus minha alegria minha esperança

  3. Interessante ter consciência agora dessa percepção de pecado na “igreja”. O conceito de pecado geralmente ou era problemas com álcool, cigarro (drogas em geral) ou pecado sexual… Se você não bebesse, não fumasse e não fosse namorador, você era um homem ou mulher consagrado (a)… Não importasse quantos pecados interiores existissem…

  4. A política da boa impressão, da boa moral, agrada muito os “crentes”. Mas sempre foi (desde os fariseus, ou até antes disso) uma fábrica de sepulcros caiados, como em Mateus 23: “que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia” (Mt 23:27).

    E Jesus continuou no versículo 28: “Assim, também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”.

    Que Deus nos livre de todo resquício de hipocrisia que a religião nos ensinou.

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