Algumas pessoas dizem assim: “Eu não estou participando de nenhuma comunidade de fé, pois TODAS se perderam nas hierarquias de poder, TODAS só buscam dinheiro e luxo, TODAS só enfatizam usos, costumes e doutrinas de homens, TODAS só estão interessadas em aumentar o auditório, TODAS estão presas no ativismo religioso, TODAS estimulam uma disputa por cargos, ministérios e status pessoal, TODAS são comandadas por uma elite que manipula os leigos, etc”.

Eu consigo concordar que existam muitas comunidades nessa exata posição citada acima, mas NÃO SÃO TODAS! Essa generalização não contempla toda a realidade.

Minha experiência pessoal, desde 2015, reunindo pessoas de forma singela, tem se afastado cada vez mais dos apelos e anseios demonstrados pelas diversas manifestações religiosas que conheci (de forma direta ou indireta) ao longo da minha vida.Meu vínculo ao Caminho da Graça, em dezembro de 2020 (mesmo sendo participante dessa mesma consciência desde 2009) foi uma escolha natural dado o espírito e a consciência cultivada nesse movimento.

Essa comunidade se reúne em torno de um único objetivo: crescer na graça e no conhecimento de Jesus, que resulta natural e inevitavelmente no amor ao próximo e na libertação contínua do autoengano. Como sou feliz por participar de algo tão visceral e comprometido com o ensino de Jesus!

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