Durante os 35 anos de vida
Vivi várias experiências de luto
Meu tio Beto, meu avô
Pessoas de comunidades por onde passei
Alguns outros conhecidos
E dessa vez foi meu cunhado.
Que triste, meu Deus, que triste.
Além do luto por pessoas que partiram,
Também vivi lutos por causa de separações,
De fases que passaram, de decepções relacionais,
E também por projetos profissionais abortados precocemente.
Cada lágrima, cada noite mal dormida
Cada lembrança dolorida, cada despedida
Foi uma ferida aberta por um tempo!
Ferida que parecia naquele momento insuperável.
Marcas da vida que foram marcando também a alma trazendo uma nova percepção da existência.
A gente não controla a maior parte das coisas que vão nos marcar.
Em Jesus, sou chamado a chorar o que precisa ser chorado, sem medo, sem disfarçar, sem negar realidade alguma.
Pouco a pouco, a ferida cicatriza e se transforma em uma memória grata e feliz.
Parece insuportável, mas temos forças suficientes pra suportar.
Parece uma dor eterna, mas vai passar.
Devagar, mas vai passar.
E a gente, pouco a pouco, volta a caminhar.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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