A morte de uma pessoa querida é um espinho, uma saudade, um vazio, uma lágrima, uma latência, uma despedida temporária que fere, uma tempestade que leva coisas preciosas, é um raio que cria crateras no coração.

A nossa essência interior é única, mas a manifestação de nós mesmos no mundo é repleta de nuances e facetas. Eu sou o Rodrigo, filho da dona Margarete e seu Paulo, marido da Thalita e pai da Sophia, amigo de alguns, conhecido por outros, fruto de um conjunto incontável de realidades intencionais e não intencionais, diretas e indiretas, escolhas pessoais e circunstâncias acidentais. Me manifesto na vida como cuidador de pessoas, conselheiro, professor, fotógrafo, músico, escritor, dentre outros. A essência é aquilo que me compõe mais intimamente, tem a ver com a direção do meu espírito, com o motivo e a razão daquilo que me move e me faz escolher como viver; as manifestações de mim tem a ver com as funções que exerço na vida e os papéis que desempenho por onde quer que eu vá. Sou um e sou muitos ao mesmo tempo!

Ao longo de todos esses anos utilizando as redes sociais raramente bloqueei alguém. Na maioria dos casos não foi por diferença de opinião, foi só por chatice mesmo. Há pessoas que não sabem se utilizar do acesso que você dá a elas.

A cada manhã sou continuidade e interrupção de mim mesmo ao mesmo tempo, me despeço de fragmentos enquanto carrego uma história densa a ser continuada. Os fragmentos são poeiras inevitáveis da caminhada e a continuidade da história é a descoberta de um novo aprendizado com todas as suas implicações. Viva a vida!

Aceitar os que são mais fracos na fé significa respeitar o tempo de cada um, sem impor sobre o outro coisa alguma. Se você come ou não come certos alimentos, se você considera um dia especial ou todos como iguais, nada disso importa no final das contas, contanto que não sejamos chatos e inconvenientes. O Reino dos céus não é comida nem bebida, mas sim, justiça, paz e alegria no Espírito Santo.

Deus é minha testemunha do quanto tentei manter amizades que valorizava profundamente. Inúmeros contatos, iniciativas, tentativas, mas sei lá, acabou. Por falta de interesse, por se deixar tomar pela rotina, desisti de querer entender o motivo. Continuo amando e aberto a uma repaginação da relação, mas confesso que a última lembrança que tenho de uma experiência juntos está num passado cada vez mais distante.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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