Há quanto tempo politicamente estamos procurando um salvador da pátria em nosso país? Esse sebastianismo está presente em nossa cultura por décadas, talvez séculos (segundo historiadores)! Além do desastre que isso tem causado em nossa história política recente, queremos levar essa postura superficial para as eleições americanas. Às vezes, dá a impressão de que não vamos aprender nunca. Eu não comemoro a escolha de candidatos que representam males menores, eu lamento termos nos colocado em uma situação “entre a cruz e a espada”. Estamos escolhendo como queremos morrer e não alternativas que nos levem a continuar vivos e com boa qualidade de vida. A última eleição brasileira foi assim e nos EUA, infelizmente foi assim também.

A gente vai, sem perceber, introjetando em nossa mente a opinião julgadora dos outros; daí concluímos que: somos um lixo, só erramos, nossos defeitos serão a nossa destruição, e passamos a viver sob essa sentença. Não podemos nos esquecer que sempre que alguém vem com essa “pedra” pra cima da gente, tal realidade fala muito mais a respeito da própria pessoa do que daquele que ela pretende atingir (no caso nós). Mais difícil ainda é lidar com essa sentença quando ela parte de nós mesmos através do autoflagelo, da autopunição, do auto-sabotamento. Deus há de nos dar graça diante de todas essas realidades para aprender com Jesus a nossa verdadeira identidade em Deus. Só isso é capaz de curar o nosso coração.

Jesus disse: “O mundo conhecerá que vocês são meus discípulos se amarem uns aos outros”. Há ainda, ao nosso redor, infelizmente, pessoas que acreditam que a maior característica de um discípulo de Jesus é um certo comportamento religioso, a adesão à uma certa doutrinação ou mesmo, o cumprimento de certos rituais.

Eu sei que o amor é desafiador, caro e demanda um envolvimento real com pessoas vulneráveis e necessitadas de ajuda. Consigo entender o porquê de fugirmos tanto da necessidade e importância do amor ao próximo. É mais fácil amar de palavras, amar só de aparência, amar por conveniência, o que não é amor de forma alguma.

O amor custa abnegação, sacrifício, paciência e convivência inteligente. O amor não prende, não manipula, não maltrata, não impõe, não invade a intimidade, não alimenta segundas intenções, o amor busca o bom entendimento.

Deus é amor e quem quer que ande Nele, se torna um ente-amor pelo mundo!

Não há nada mais poderoso do que ter uma consciência limpa!

Viver não significa apenas decidir, falar, sentir ou ocupar posições, viver é também esperar! O silêncio conjugado com a paciência faz os nossos olhos se voltarem para o lugar certo, a saber, nossa interioridade. É do lado de dentro que todas as mudanças realmente importantes da vida acontecem. Não é à toa que Jesus afirmou que o Reino de Deus está DENTRO de nós!

Eu acredito que, em nenhum outro momento da minha história de vida, eu tenha refletido tanto a respeito do ensino de Jesus como nesses últimos meses. As palavras de Jesus simplesmente fluem livremente em minha mente, numa simbiose cheia de harmonia e o compartilhamento tem sido espontâneo e visceral. Da forma como tem acontecido, é algo bastante novo pra mim!

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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