Nos últimos cinco anos tenho me sentido como que vivendo esta segunda carta de Paulo a Timóteo. Em pensamento tenho me colocado ao lado de Timóteo, esforçando-me em ouvir atenta­mente esta exortação final do idoso apóstolo. Tenho também tentado comunicar essa mensagem a muitas pessoas: à congrega­ção da Igreja de All Souls, Londres, no outono de 1967; a cerca de 9000 estudantes no grande congresso missionário de Urbana em dezembro de 1967; aos participantes da Convenção de Keswick em 1969; a vários grupos de pastores na América, no País de Gales, na Irlanda, na Nova Zelândia, na Austrália e em Singa­pura; e a alguns bispos Anglicanos antes da Conferência de Lambeth em 1968. Em cada oportunidade em que apresentei essa mensagem renovava em mim o sentimento de contemporaneidade do que o apóstolo escreveu, especialmente para com jovens líderes cristãos. Pois que também o nosso tempo é um tempo de confusão teológica e moral, e até mesmo de apostasia. E o apóstolo nos exorta, tal como o fez a Timóteo, a ser forte, cora­joso e perseverante.

As palavras que para mim sintetizam esta epístola de 2 Timó­teo são as duas palavrinhas monossilábicas su de (“TU, POREM,…”), que aparecem quatro vezes. Timóteo é chamado a ser diferente. Ele não deve se submeter as pressões da opinião pública, ou con­formar-se ao espírito de sua época, mas antes deve permanecer firme na verdade e na justiça de Deus. Creio que nada é mais ne­cessário aos cristãos de hoje do que esta mesma coragem.

Expresso meu profundo agradecimento a minha secretária, Francês Whitehead, por sua eficiência e incansável trabalho nos últimos dezessete anos, na datilografia de inumeráveis manuscri­tos. O deste livro, por sinal, creio que ela nunca se esquecerá, pois que foi a causa indireta de um acidente que lhe causou a dor de um dedo deslocado! .. .

John R. W. Stott

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