Nessa pandemia, cada pessoa está vivendo uma situação diferente. Há os que estão em casa, se segurando como podem, utilizando as reservas financeiras que fizeram ou mesmo o auxílio governamental; há os que estão trabalhando, seja por fazerem parte dos serviços que não podem parar de forma alguma, ou mesmo por lidarem com a condição desumana de que “se pararem, não têm o que comer”. Independentemente da nossa situação pessoal, precisamos, mais do que nunca, aprender a exercitar a empatia, nos colocar sempre na posição do outro, ao invés de enxergar tudo a partir das nossas próprias necessidades. O mundo é maior do “nós mesmos” e é importante, ampliarmos os limites das nossas percepções.

A violência, quando iniciada por divergências ideológicas, é resultado da ignorância. Pessoas que querem fazer sua vontade e opinião prevalecerem de qualquer maneira sempre optarão pela via do controle e da truculência. Seja em sua forma velada ou aberta, o autoritarismo se constitui num oponente a ser combatido. O diálogo só habita ambientes em que a boa educação é bem-vinda. No Brasil, especialmente na última década, tem sido cada vez mais difícil estabelecer boas plataformas de diálogo. Os debates quando permeado de memes, frases de efeito e rotulação nunca serão construtivos. Lacrar e humilhar o outro definitivamente não é sinônimo de dialogar.

Dê ouvidos à ciência. Nesse momento de pandemia, não recorra a comentaristas de Facebook ou políticos que nada sabem sobre pandemia, ouça os epidemiologistas. Eles devem ser a nossa referência nesse momento. Infelizmente, a ignorância e o obscurantismo vão matar muitas pessoas.

Ser mãe é uma das experiências mais ricas e emocionantes da vida: é ver o amor se desenvolvendo dentro de seu ventre e depois ganhar contornos de uma linda criança; é acompanhar e participar de todos os processos de amadurecimento, mesmo aqueles que são mais difíceis de enfrentar; é sentir todos os dias que um pedaço de si está desbravando o mundo, lidando com todos os seus perigos, e isso lhe aperta o coração; ser mãe é participar da formação de uma nova geração, é fazer história, é construir a esperança do futuro do mundo. Mãe, parabéns! Te amo

Sinto como se o Brasil fosse um paciente gravemente doente: ideologicamente, emocionalmente, politicamente, religiosamente e educacionalmente. São camadas de patologias instaladas nas estruturas sociais de forma que até as propostas de solução se mostram adoecidas. Temos calado a voz de bons referenciais do amor e aumentado o volume do barulho da ignorância, da desinformação e do ódio. Por isso, andamos como que numa roda de hamster, sem sairmos do lugar, sem chegarmos a nenhum lugar estando profundamente cansados de tanto fazer sem nunca encontrar o caminho que nos é possível tomar dentro da crise.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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Escrito por Rodrigo Campos

Um caminhante que está disposto a aprender com os erros e acertos, refletindo quais são as verdadeiras importâncias da vida e sua essência!

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