Que temos uma família que nos ama e nos quer bem, que luta por nós; que há pessoas que nos querem por perto apesar de não sermos seres humanos ideais. Aprendemos que o lugar onde habitamos juntos é uma espécie de abrigo, um ambiente de abundante afeto, de dinâmicas psicológicas e espirituais profundamente importantes, sem contar que é o lugar mais seguro quando o assunto é tirar as nossas máscaras de atuação social, abrir o coração sem aquela preocupação com as aparências e reputações. Ficar em casa nos obriga a olhar para o outro, a voltar dos lugares para onde fugimos e reavaliarmos nosso jeito de conviver e se dar bem, apesar das diferenças. Temos desaprendido a sermos família. A rotina massacrante, a ausência dominante e o pouco tempo esgotados que passamos em casa mudou completamente nossa percepção acerca da importância de um lugar para chamarmos de lar. Em suma, o vírus pode, nesse sentido, nos despertar para aspectos importantes da vida outrora adormecidos, reacender uma chama há muito apagada, nos fazer reaprender a viver e a conviver com a nossa comunidade mais importante! Aproveitemos essa lição da escola da vida.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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