Quando eu leio a instrução de Paulo para que oremos sem cessar, eu entendo que a experiência da comunicação direta com o Pai vai além de um momento, uma hora específica, um jeito ou um formato pré definido. A oração, meditação, comunicação com Deus é, ou deve ser, um estilo de vida, constante como o respirar.

É vivendo e orando; experimentando a vida e orando; decidindo e orando; caminhando, aprendendo e orando. A oração, de vez em quando, ganha a forma verbal; ora no coletivo, ora na intimidade do quarto.

A oração não foi feita pra ser repetitiva, mas sim pra ser verdadeira, sincera e do fundo do coração. Não há oração quando deixamos nossos sentimentos de lado e fingimos que está tudo bem, quando não está. A oração pressupõe que tudo o que há de verdade em nós caiba nela: raiva, revolta, gratidão, culpa, medo, tristeza, dúvida, pedidos, contemplação, silêncio e palavras.

Quando oramos, falamos com Aquele que é amor, então não precisamos temer coisa alguma!

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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