“Não aceite nada como verdade se não houver amor. Não aceite nada como amor se faltar a verdade” – Edith Stein
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Amor e verdade. Um é sentimento, outro decisão. Um humaniza, o outro fortalece. Amor sem verdade é luxúria, verdade sem amor é soberba. O fato é que, tanto um quanto o outro podem ser submetidos à nossa aceitação. Podemos aceitar verdades, meias verdades ou mentiras inteiras. Podemos aceitar amor verdadeiro, migalhas de amor ou desamor. A escolha é nossa sempre!

“O maior saber é aquele que não serve para nada” – Aristóteles
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Parece uma contradição, se batermos o olho rapidamente na máxima aristotélica. Entretanto, se detivermos um pouco mais a atenção perceberemos que Aristóteles se refere ao saber útil, pragmático e a este tece sua crítica. Quando se busca o saber com vistas em utilizá-lo, seja lá para o que for, tornou medíocre sua busca. O bom saber é aquele que não está vinculado a nenhum outro interesse que não o próprio saber, isto é, aquele que tem o fim em si mesmo.

Júlio César Gonçalves
juliofilosofia@gmail.com
www.sociologianomundo.blogspot.com

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