Lembro, constrangido, de alguns erros e maldades que cometi. Com culpa, lembro de falhas que afetaram e marcaram a vida de outras pessoas, que eu amava e ainda amo.

Graças a alguns anos de terapia, a culpa que sinto foi se transformando em algo positivo, no sentido de me querer fazer mudar, melhorar, aprender e lutar para não cometer os mesmos erros novamente. Por causa das minhas experiências, perdoar sempre foi quase o mesmo que me olhar no espelho. Tento me colocar no lugar do outro e perceber que eu poderia, de fato, estar em seu lugar, cometendo erros semelhantes. Perdoar, para mim, é uma experiência de empatia.

Porque sou errante, perdoo. Porque sou imperfeito, não espero perfeição de ninguém. Porque sou falho dou segundas, terceiras e quartas chances. Porque sou fraco, me identifico com quem chora. Porque repito erros que jurei nunca mais cometer, não culpo os reincidentes. Porque sou humano, não espero que meus semelhantes sejam deuses.

Lucas Lujan
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Escrito por Rodrigo Campos

Um caminhante que está disposto a aprender com os erros e acertos, refletindo quais são as verdadeiras importâncias da vida e sua essência!

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