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Pensamentos Aleatórios #90

A alegria de viver é uma chama que nunca pode se apagar. Às vezes, é inevitável perder dinheiro, se despedir de pessoas, não cumprir certas metas, não realizar certos desejos, mas o que mantém o brilho dos nossos olhos é justamente a dimensão da satisfação em estar vivo e em poder se reconstruir a cada dificuldade. É a alegria de viver que alimenta nossa esperança, que cultiva a luz das nossas potencialidades, que dá força à nossa boa disposição de lutar dia após dia e que intensifica nossa vontade de crescer e de sermos a melhor versão de nós mesmo. Não podemos deixar nada nem ninguém remover isso de nós, jamais.

Gosto muito dos milagres que acontecem nas situações triviais da vida. Você vai ao mercado comprar algo para o almoço e encontra alguém que traz um sopro de esperança no próprio coração!

Quando fazemos algo repetidas vezes corremos o risco de colocar nossas percepções no piloto automático, gerando assim uma ação sem consciência, sem reflexão, sem atenção, sem apuração dos sentidos, sem processamento dos dados, sem a devida imersão que nos coloca inteiros na experiência de viver. Vivendo assim, pode ser que não valorizemos as coisas boas da vida simplesmente por não estarmos atentos a elas. O resultado disso é que: comemos sem perceber o sabor, trabalhamos sem nos concentrarmos no que estamos realizamos, abraçamos sem emanar afeto, dirigimos o carro sem observar o entorno do nosso caminho, falamos displicentemente sem o cuidado que a comunicação exige, ouvimos sem deixar cair no coração e mover nossas emoções. Em última análise, vamos nos tornando apáticos, insensíveis e indiferentes à vida.

Quando a gente realmente ama o próximo como a gente se ama, muitas maldades são evitadas e/ou abortadas. O problema é que na maioria das vezes nosso egoísmo transpõe a empatia, o cooperativismo e a generosidade. Nessas horas, ficamos anestesiados, insensíveis e indisponíveis quanto à necessidade que o outro demanda. É o famoso “só olhar para o próprio umbigo”. Maldade não é apenas produzir pessoalmente algum tipo de malefício ao outro, mas também é deixar de estender as mãos quando o outro mais precisa, simplesmente por ser ensimesmado.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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