Muitos problemas relacionais seriam evitados se aprendêssemos a nos comunicar melhor! Quantos embaraços são criados, todos os dias, por causa de indiretas, suposições, péssima escolha de palavras, ofensa gratuita e frases que são resultadas de um interior desequilibrado? Seja direto, claro, sensível, amoroso e inteligente naquilo que você quer comunicar. Não se utilize de expressões ambíguas (de duplo sentido), não permita que hajam brechas para interpretações equivocadas em sua comunicação, não dependa da linguagem “não verbal” o tempo inteiro (gestos, olhares e expressões faciais). Expressar ideias e sentimentos utilizando as palavras é uma arte que precisa ser praticada, aperfeiçoada e amadurecida.

Estou aprendendo a gostar de mim quando estou com um livro aberto em minhas mãos.

Em espaços onde a loucura impera, o bom senso se torna anômalo. Nesse contexto, a mínima reflexão advinda do equilíbrio e da sabedoria parece um insulto, dá coceira nos ouvidos e causa intrigas. Guerras insanas e vaidosas acontecem e, espíritos exaltados dão vazão ao esgoto da alma, causando morte e destruição pra todo lado. A manipulação e o autoritarismo se torna o “modus operandi” e a barbárie escurece o céu anil fazendo muitas vítimas.

A paz de dentro pode operar no caos de fora, mas a paz de fora não pode operar no caos de dentro.

Há pessoas extremamente confortáveis pro lado de fora (morando e comendo bem, fazendo viagens, esbanjando sorrisos, desfrutando de um bom “status quo”), mas que vivem um misto de angústia e ansiedade pro lado de dentro. Nesse sentido, a boa condição financeira pode ser anestesiante e alienante! Enquanto muitos desejariam viver a vida que você vive, você mesmo sabe que seu padrão de vida é insuficiente para calar a voz do caos e do terror dentro de você. Daí você se pergunta: se isso não é capaz de me preencher, o que então seria?

Vivemos em meio a uma guerra de narrativas. Estamos no meio desse tiroteio, gostando ou não disso. Como toda guerra predominam os gritos, o ódio, a tentativa de humilhar os opositores, as ofensas pessoais e ações cujo objetivo principal é derrubar o outro e “vencer”. Eu escolhi não gritar, mas dialogar. Eu escolhi não odiar, mas entender o ponto de vista daquele que discorda de mim. Eu escolhi me posicionar sobre os assuntos sem necessariamente impor como verdade absoluta. Decidi o caminho do amor e isso muda o tom, o jeito, o volume, a prioridade e o significado do meu discurso. Eu compartilho ideias pra acrescentar, desenvolver e criar novas sinapses de percepção no outro, pois ainda acredito que podemos caminhar juntos e construir um mundo melhor juntos!

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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