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Pensamentos Aleatórios #81

Me policio todos os dias para que minhas incoerências não se amplifiquem e que o amor prevaleça não apenas em minhas palavras, mas principalmente nas minhas ações. Afinal de contas, de que me adiantaria falar a favor dos pobres e oprimidos se todas as vezes que sou solicitado a ajudá-los encolho as mãos e transfiro a responsabilidade? Que valor haveria em dar palestras sobre depressão se não acolho os depressivos perto de mim (nem sequer os noto)? Qual seria o proveito de mencionar “Deus” em todas as minhas frases se Ele não for visto no meu trato com as pessoas da sociedade, como cidadão? Que fé seria essa tão desprovida de serviço prático e obediência objetiva ao amor? Essa fé não tem valor algum!

Um dos maiores desafios da igreja de Jesus consiste em viver o que Jesus chamou de “que eles sejam um”. Normalmente entendemos unidade a partir das semelhanças, da uniformidade e da concordância total com o outro, mas nesse sentido, quem poderia se tornar “um” com quem quer que fosse? Não há concordância total nem entre cônjuges, imagina na comunidade dos que creem em Jesus? O chamado de Jesus para que fôssemos “um” não é outra coisa senão o chamado a vivermos debaixo do mesmo Espírito! Podemos ser diferentes na personalidade, pensar diferente sobre vários temas, podemos preservar aquilo que nos caracteriza como seres únicos, com nossa experiência peculiar de vida, mas precisamos ter o mesmo pensamento, sentimento e disposição ao “amor, à humildade, ao serviço, a olhar pra Jesus como autor e consumador da nossa fé e a viver na paz de Cristo que excede todo entendimento”. Ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, esse é o verdadeiro alvo da nossa unidade!

Aprendi com Jesus que o maior no Reino dos céus não é aquele que é servido, mas o que serve. Esse ensino trabalha contra o meu vitimismo, egoísmo e acomodação. Ele me catapulta a viver todos os dias, onde quer que eu vá, procurando formas de ser útil, maneiras de influenciar positivamente os ambientes por onde passo e a fazer da gentileza um estilo de vida. A consciência do serviço me coloca em ação e faz morrer em mim todo tipo de passividade mórbida. Ando com os olhos abertos, mente atenta e mãos estendidas para quem quer que seja!

Quando a gente precisa ficar repetindo a mesma afirmação categórica, quase que o tempo todo, a nosso respeito, pode significar que essa realidade não esteja tão assentada em nós quanto a gente imagina. A quem queremos convencer? O que tal repetição pode significar? Essa reflexão vale a pena fazer!

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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