“Importa mesmo renascer;
Diariamente, constantemente, vividamente…
Tal como um povo sem terra
Que ao avistar a eira
Alcança seu solo
E decide conquistar outro cerco”.

“Somos espaços um do outro;
Criados, gerados e vivenciados pela voz.
Espaços públicos somos todos nós”.

“Ah! Quero pelos arrepiados,
Poros dilatados, pés e dedos esticados,
Estalos barulhentos,
Sonoridade desejante”.

“Existir é se entender, metade ‘abstração’,
Correr atrás de um futuro de traços utópicos,
De horizontes intermináveis, de um lugar cabível à imaginação.
Um lugar onde nada se desgasta com o tempo e a matéria se refaz como o brilho que jaz”.

Assim é a vida, não para…
Sempre produtiva.
Assim somos nós,
Sempre com sonhos.
Sendo e se estabelecendo
Que ‘sempre’ renascemos
De eira em eira”.

Essas pílulas foram extraídas do livro “CLAPE 1 – Coletânea Literária da Associação Prudentina de Escritores”, publicação independente.

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