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Bíblia Toda em 1 Ano – Dia 29/04 – 2 Crônicas 24-26 – NVI

2 Crônicas 24

Joás tinha sete anos de idade quando se tornou rei, e reinou quarenta anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Zíbia; ela era de Berseba.
Joás fez o que o Senhor aprova enquanto viveu o sacerdote Joiada.
Joiada escolheu para ele duas mulheres, e ele teve filhos e filhas.
Algum tempo depois Joás decidiu fazer reparos no templo do Senhor.
Ele reuniu os sacerdotes e os levitas e lhes disse: “Vão às cidades de Judá e recolham o imposto devido anualmente por todo o Israel, para fazer reparos no templo de seu Deus. Vão agora mesmo! ” Os levitas, porém, não agiram imediatamente.
Por isso, o rei convocou Joiada, o sumo sacerdote, e lhe perguntou: “Por que você não exigiu que os levitas trouxessem de Judá e de Jerusalém o imposto determinado por Moisés, servo do Senhor, e pela assembléia de Israel para a tenda da arca da aliança? ”
De fato, Atalia, aquela mulher ímpia, e os seus filhos tinham arrombado o templo de Deus e tinham até usado os seus objetos sagrados para cultuar os baalins.
Então, por ordem do rei, fizeram uma caixa e a colocaram do lado de fora, à entrada do templo do Senhor.
Fez-se então uma proclamação em Judá e em Jerusalém para que trouxessem ao Senhor o imposto que Moisés, servo do Senhor, havia exigido de Israel no deserto.
Todos os líderes e todo o povo trouxeram com alegria as suas contribuições, colocando-as na caixa até enchê-la.
Sempre que os levitas levavam a caixa até os supervisores do rei, e esses viam que havia muita prata, o secretário real e o oficial do sumo sacerdote esvaziavam-na e a levavam de volta. Fazendo isso regularmente, ajuntaram uma grande quantidade de prata.
O rei e Joiada entregavam essa prata aos homens que executavam os trabalhos necessários no templo do Senhor. Eles contratavam pedreiros, carpinteiros e também operários que trabalham em ferro e em bronze para restaurarem o templo do Senhor.
Os homens encarregados do trabalho eram diligentes, o que garantiu o progresso da obra de reforma. Eles reconstruíram o templo de Deus de acordo com o modelo original e o reforçaram.
Quando terminaram, trouxeram o restante da prata ao rei e a Joiada, e com ela foram feitos utensílios para o templo do Senhor; utensílios para o serviço e para os holocaustos, além de tigelas e outros objetos de ouro e prata. Enquanto Joiada viveu, holocaustos foram apresentados continuamente no templo do Senhor.
Joiada chegou à idade avançada, e morreu com cento e trinta anos.
Ele foi sepultado com os reis na cidade de Davi, em atenção ao bem que havia feito em Israel em favor de Deus e do seu templo.
Depois da morte de Joiada, os líderes de Judá foram falar com o rei e lhe prestaram reverências, e ele aceitou o que disseram.
Então abandonaram o templo do Senhor, o Deus dos seus antepassados, e prestaram culto aos postes sagrados e aos ídolos. Por culpa deles, a ira de Deus veio sobre Judá e Jerusalém.
Embora o Senhor tivesse enviado profetas ao povo para trazê-los de volta para ele e os profetas tivessem testemunhado contra eles, o povo não quis ouvi-los.
Então o Espírito de Deus apoderou-se de Zacarias, filho do sacerdote Joiada. Ele se colocou diante do povo e disse: “Isto é o que Deus diz: ‘Por que vocês desobedecem aos mandamentos do Senhor? Vocês não prosperarão. Já que abandonaram o Senhor, ele os abandonará’ “.
Mas, alguns conspiraram contra ele e, por ordem do rei, apedrejaram-no até à morte no pátio do templo do Senhor.
O rei Joás não levou em conta que Joiada, pai de Zacarias, tinha sido bondoso com ele, e matou o seu filho. Este, ao morrer, exclamou: “Veja isto o Senhor e faça justiça! ”
Na virada do ano, o exército arameu marchou contra Joás; invadiu Judá e Jerusalém, matou todos os líderes do povo, e enviou para Damasco, para o seu rei, tudo o que saqueou.
Embora o exército arameu fosse pequeno, o Senhor entregou nas mãos dele um exército muito maior, por haver Judá abandonado o Senhor, o Deus dos seus antepassados. Assim o juízo foi executado sobre Joás.
Quando os arameus foram embora, deixaram Joás seriamente ferido. Seus oficiais conspiraram contra ele, porque ele tinha assassinado o filho do sacerdote Joiada, e o mataram em sua cama. Assim ele morreu e foi sepultado na cidade de Davi, mas não nos túmulos dos reis.
Os que conspiraram contra ele foram Zabade, filho da amonita Simeate, e Jeozabade, filho da moabita Sinrite.
Quanto a seus filhos, às muitas profecias a seu respeito e ao relato da restauração do templo, tudo está escrito nas anotações dos livros dos reis. E seu filho Amazias foi o seu sucessor.

2 Crônicas 24:1-27

2 Crônicas 25

Amazias tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar, e reinou vinte e nove anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Jeoadã; ela era de Jerusalém.
Ele fez o que o Senhor aprova, mas não de todo o coração.
Quando sentiu que tinha o reino sob pleno controle, mandou executar os oficiais que haviam assassinado o rei, seu pai.
Contudo, não matou os filhos dos assassinos, de acordo com o que está escrito na Lei, no livro de Moisés, onde o Senhor ordenou: “Os pais não morrerão no lugar dos filhos, nem os filhos no lugar dos pais; cada um morrerá pelo seu próprio pecado”.
Amazias reuniu os homens de Judá e, de acordo com as suas respectivas famílias, nomeou chefes de mil e de cem em todo o Judá e Benjamim. Então convocou todos os de vinte anos para cima e constatou que havia trezentos mil homens prontos para o serviço militar, capazes de empunhar a lança e o escudo.
Também contratou em Israel cem mil homens de combate pelo valor de três toneladas e meia de prata.
Entretanto, um homem de Deus foi até ele e lhe disse: “Ó, rei, essas tropas de Israel não devem marchar com você, pois o Senhor não está com Israel; não está com ninguém do povo de Efraim.
Mesmo que vá e combata corajosamente, Deus o derrotará diante do inimigo, pois tem poder para dar a vitória e a derrota”.
Amazias perguntou ao homem de Deus: “Mas, e as três toneladas e meia de prata que paguei a estas tropas israelitas? ” Ele respondeu: “O Senhor pode dar-lhe muito mais que isso”.
Amazias, mandou então de volta os soldados de Efraim. Eles ficaram furiosos com Judá e foram embora indignados.
Amazias encheu-se de coragem e conduziu o seu exército até o vale do Sal, onde matou dez mil homens de Seir.
Também capturou outros dez mil, que levou para o alto de um penhasco e os atirou de lá, e todos eles se espatifaram.
Enquanto isso, as tropas que Amazias havia mandado de volta não lhes permitindo participar da guerra, atacaram cidades de Judá, desde Samaria até Bete-Horom. Mataram três mil pessoas e levaram grande quantidade de despojos.
Amazias voltou da matança dos edomitas trazendo os deuses do povo de Seir, os quais estabeleceu como seus próprios deuses, inclinou-se diante deles e lhes queimou incenso.
Então a ira do Senhor acendeu-se contra Amazias, e ele lhe enviou um profeta, que disse ao rei: “Por que você consulta os deuses desse povo, os quais nem o povo deles puderam salvar de suas mãos? ”
Enquanto ele ainda falava, o rei o interrompeu: “Por acaso nós o nomeamos conselheiro do rei? Pare! Por que você quer ser morto? ” O profeta parou, mas disse: “Sei que Deus decidiu destruí-lo, porque você fez tudo isso e não deu atenção ao meu conselho”.
Depois de consultar os seus conselheiros, Amazias, rei de Judá, enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz e neto de Jeú, rei de Israel, com este desafio: “Venha me enfrentar”.
Contudo, Jeoás, respondeu a Amazias: “O espinheiro do Líbano enviou uma mensagem ao cedro do Líbano: ‘Dê sua filha em casamento a meu filho’. Mas um animal selvagem do Líbano veio e pisoteou o espinheiro.
Você diz a si mesmo que derrotou Edom, e agora está arrogante e orgulhoso. Mas fique em casa! Por que provocar uma desgraça que levará você e também Judá à ruína? ”
Amazias, porém, não quis ouvi-lo, pois Deus mesmo queria entregar Amazias e seu povo a Jeoás, pois pediram conselhos aos deuses de Edom.
Então Jeoás, rei de Israel, o atacou. Ele e Amazias, rei de Judá, enfrentaram-se em Bete-Semes, em Judá.
Judá foi derrotado por Israel, e seus soldados fugiram para as suas casas.
Jeoás capturou Amazias, filho de Joás e neto de Acazias, em Bete-Semes. Então Jeoás levou-o para Jerusalém e derrubou cento e oitenta metros do muro da cidade, desde a porta de Efraim até a porta da Esquina.
Ele se apoderou de todo o ouro, de toda a prata e de todos os utensílios encontrados no templo de Deus, que haviam estado sob a guarda de Obede-Edom, e ainda dos tesouros do palácio real. Também fez reféns e, então, voltou para Samaria.
Amazias, filho de Joás, rei de Judá, viveu ainda mais quinze anos depois da morte de Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel.
Os demais acontecimentos do reinado de Amazias, do início ao fim, estão escritos nos registros históricos dos reis de Judá e de Israel.
A partir do momento em que Amazias deixou de seguir o Senhor, conspiraram contra ele em Jerusalém, e ele fugiu para Láquis, mas o perseguiram até lá e o mataram.
Ele foi trazido de volta a cavalo, e sepultado junto aos seus antepassados na cidade de Judá.

2 Crônicas 25:1-28

2 Crônicas 26

Então todo o povo de Judá proclamou rei a Uzias, de dezesseis anos de idade, no lugar de seu pai, Amazias.
Foi ele quem reconquistou e reconstruiu a cidade de Elate para Judá, depois que Amazias descansou com os seus antepassados.
Uzias tinha dezesseis anos de idade quando se tornou rei, e reinou cinqüenta e dois anos em Jerusalém. Sua mãe era de Jerusalém e chamava-se Jecolias.
Ele fez o que o Senhor aprova, tal como o seu pai Amazias;
e buscou a Deus durante a vida de Zacarias, que o instruiu no temor de Deus. Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar.
Ele saiu à guerra contra os filisteus e derrubou os muros de Gate, de Jabne e de Asdode. Depois reconstruiu cidades próximo a Asdode e em outros lugares do território filisteu.
Deus o ajudou contra os filisteus, contra os árabes que viviam em Gur-Baal e contra os meunitas.
Os amonitas pagavam tributo a Uzias, e sua fama estendeu-se até a fronteira do Egito, pois havia se tornado muito poderoso.
Uzias construiu torres fortificadas em Jerusalém, na porta da Esquina, na porta do Vale e no canto do muro.
Também construiu torres no deserto e cavou muitas cisternas, pois ele possuía muitos rebanhos na Sefelá e na planície. Ele mantinha trabalhadores em seus campos e em suas vinhas, nas colinas e nas terras férteis, pois gostava da agricultura.
Uzias possuía um exército bem preparado, organizado em divisões de acordo com o número dos soldados convocados pelo secretário Jeiel e pelo oficial Maaséias, sob o comando de Hananias, um dos oficiais do rei.
O total de chefes de família no comando dos homens de combate era de dois mil e seiscentos.
Sob o comando deles estava um exército de trezentos e sete mil e quinhentos homens treinados para a guerra, uma força poderosíssima que apoiava o rei contra os seus inimigos.
Uzias providenciou escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras para todo o exército.
Em Jerusalém, construiu máquinas projetadas por peritos para serem usadas nas torres e nas defesas das esquinas, máquinas que atiravam flechas e grandes pedras. Ele foi extraordinariamente ajudado, e assim tornou-se muito poderoso e a sua fama espalhou-se para longe.
Entretanto, depois que Uzias se tornou poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda. Ele foi infiel ao Senhor, ao seu Deus, e entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar de incenso.
O sumo sacerdote Azarias, e outros oitenta corajosos sacerdotes do Senhor, foram atrás dele.
Eles o enfrentaram e disseram: “Não é certo que você, Uzias, queime incenso ao Senhor. Isto é tarefa dos sacerdotes, os descendentes de Arão consagrados para queimar incenso. Saia do santuário, pois você foi infiel e não será honrado por Deus, o Senhor”.
Uzias, que estava com um incensário na mão, pronto para queimar o incenso, irritou-se e indignou-se contra os sacerdotes; e na mesma hora, na presença deles, diante do altar de incenso no templo do Senhor, surgiu lepra em sua testa.
Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os outros sacerdotes viram a lepra, expulsaram-no imediatamente do templo. Na verdade, ele mesmo ficou ansioso para sair, pois o Senhor o havia ferido.
O rei Uzias sofreu de lepra até o dia em que morreu. Durante todo esse tempo morou numa casa separada, leproso e excluído do templo do Senhor. Seu filho Jotão tomava conta do palácio e governava o povo.
Os demais acontecimentos do reinado de Uzias, do início ao fim, foram registrados pelo profeta Isaías, filho de Amoz.
Uzias descansou com os seus antepassados e foi sepultado perto deles, num cemitério que pertencia aos reis, pois o povo dizia: “Ele tinha lepra”. Seu filho Jotão foi o seu sucessor.

2 Crônicas 26:1-23

Leitura feita por Rodrigo Campos, da Bíblia na Nova Versão Internacional

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Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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