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10 Coisas que Aprendi sobre Meu Vitimismo

1- Por vezes, me sinto o mais injustiçado de todos os homens, e é nessas horas que o vitimismo aparece.

2- Vitimismo fica latente em mim quando faço de tudo para que todos ao meu redor sintam dó de mim e me beneficiem por me verem como um triste desafortunado.

3- Quando começo a colocar muita expectativa nos outros, querendo que o mundo preencha os requisitos da minha felicidade, a auto-comiseração está às portas.

4- Vitimismo está ligado à infantilidade de querer ser servido, criando assim uma espécie de imposição sobre os outros de atenderem às minhas demandas.

5- O vitimismo nos faz sermos murmuradores, negativos, julgadores das intenções e da honestidade do outro e a dificilmente lidarmos bem com o “não” do outro e da vida.

6- Dizer que está doendo, pedir ajuda, chorar por causa das mazelas que se está sofrendo na vida não é necessariamente frutos do vitimismo. Todos nós somos vítimas em vários momentos da nossa história, porém vitimismo está muito mais relacionado ao apego a dor, a busca pelos ganhos secundários da mesma e a dogmatizar a posição confortável daquele que não quer resolver (nem vencer nada) e por isso, a única coisa que faz é responsabilizar os outros e nunca ir à luta para encontrar as prováveis soluções existentes.

7- A dor está relacionada ao real dano das situações da nossa vida, já sofrimento é sempre uma escolha de como lidamos com a dor. É possível sentir dor sem sofrer, é possível também sofrer sem sentir dor. Quem se vitimiza encontra prazer no sofrimento e por isso faz dele o seu amuleto.

8- Vitimistas não perdoam seus ofensores, pelo contrário cristalizam a ofensa e justificam sua infelicidade a partir dela.

9- Vitimistas não assumem responsabilidades, não dão a volta por cima, não lavam o rosto e partem honestamente pra vida, vitimistas cravam sua estaca, armam a barraca na lama do caos e de lá não se levantam jamais.

10- Todos somos vítimas, mas não precisamos ser vitimistas. Somos alvos de toda sorte de males incontroláveis, mas não precisamos nos dobrar a eles e permitirmos que eles definam quem somos (nosso caráter) na vida.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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