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Bíblia Toda em 1 Ano – Dia 12/01 – Gênesis 36-38 – NVI

Gênesis 36

Esta é a história da família de Esaú, que é Edom.
Esaú casou-se com mulheres de Canaã: Ada, filha de Elom, o hitita, e Oolibama, filha de Aná e neta de Zibeão, o heveu;
e Basemate, filha de Ismael e irmã de Nebaiote.
Ada deu a Esaú um filho chamado Elifaz; Basemate deu-lhe Reuel;
e Oolibama deu-lhe Jeús, Jalão e Corá. Esses foram os filhos de Esaú que lhe nasceram em Canaã.
Esaú tomou suas mulheres, seus filhos e filhas e todos os de sua casa, assim como os seus rebanhos, todos os outros animais e todos os bens que havia adquirido em Canaã, e foi para outra região, para longe do seu irmão Jacó.
Os seus bens eram tantos que eles já não podiam morar juntos; a terra onde estavam vivendo não podia sustentá-los, por causa dos seus rebanhos.
Por isso Esaú, que é Edom, fixou-se nos montes de Seir.
Este é o registro da descendência de Esaú, pai dos edomitas, nos montes de Seir.
Estes são os nomes dos filhos de Esaú: Elifaz, filho de Ada, mulher de Esaú; e Reuel, filho de Basemate, mulher de Esaú.
Estes foram os filhos de Elifaz: Temã, Omar, Zefô, Gaetã e Quenaz.
Elifaz, filho de Esaú, tinha uma concubina chamada Timna, que lhe deu um filho chamado Amaleque. Foram esses os netos de Ada, mulher de Esaú.
Estes foram os filhos de Reuel: Naate, Zerá, Samá e Mizá. Foram esses os netos de Basemate, mulher de Esaú.
Estes foram os filhos de Oolibama, mulher de Esaú, filha de Aná e neta de Zibeão, os quais ela deu a Esaú: Jeús, Jalão e Corá.
Foram estes os chefes dentre os descendentes de Esaú: Os filhos de Elifaz, filho mais velho de Esaú: Temã, Omar, Zefô, Quenaz,
Corá, Gaetã e Amaleque. Foram esses os chefes descendentes de Elifaz em Edom; eram netos de Ada.
Foram estes os filhos de Reuel, filho de Esaú: Os chefes Naate, Zerá, Samá e Mizá. Foram esses os chefes descendentes de Reuel em Edom; netos de Basemate, mulher de Esaú.
Foram estes os filhos de Oolibama, mulher de Esaú: Os chefes Jeús, Jalão e Corá. Foram esses os chefes descendentes de Oolibama, mulher de Esaú, filha de Aná.
Foram esses os filhos de Esaú, que é Edom, e esses foram os seus chefes.
Estes foram os filhos de Seir, o horeu, que estavam habitando aquela região: Lotã, Sobal, Zibeão e Aná,
Disom, Eser e Disã. Esses filhos de Seir foram chefes dos horeus no território de Edom.
Estes foram os filhos de Lotã: Hori e Hemã. Timna era irmã de Lotã.
Estes foram os filhos de Sobal: Alvã, Manaate, Ebal, Sefô e Onã.
Estes foram os filhos de Zibeão: Aiá e Aná. Foi este Aná que descobriu as fontes de águas quentes no deserto, quando levava para pastar os jumentos de Zibeão, seu pai.
Estes foram os filhos de Aná: Disom e Oolibama, a filha de Aná.
Estes foram os filhos de Disom: Hendã, Esbã, Itrã e Querã.
Estes foram os filhos de Eser: Bilã, Zaavã e Acã.
Estes foram os filhos de Disã: Uz e Arã.
Estes foram os chefes dos horeus: Lotã, Sobal, Zibeão, Aná,
Disom, Eser e Disã. Esses foram os chefes dos horeus, de acordo com as suas divisões tribais na região de Seir.
Estes foram os reis que reinaram no território de Edom antes de haver rei entre os israelitas:
Belá, filho de Beor, reinou em Edom. Sua cidade chamava-se Dinabá.
Quando Belá morreu, foi sucedido por Jobabe, filho de Zerá, de Bozra.
Jobabe morreu, e Husã, da terra dos temanitas, foi o seu sucessor.
Husã morreu, e Hadade, filho de Bedade, que tinha derrotado os midianitas na terra de Moabe, foi o seu sucessor. Sua cidade chamava-se Avite.
Hadade morreu, e Samlá de Masreca foi o seu sucessor.
Samlá morreu, e Saul, de Reobote, próxima ao Eufrates, foi o seu sucessor.
Saul morreu, e Baal-Hanã, filho de Acbor, foi o seu sucessor.
Baal-Hanã, filho de Acbor, morreu, e Hadade foi o seu sucessor. Sua cidade chamava-se Paú, e o nome de sua mulher era Meetabel, filha de Matrede, neta de Mezaabe.
Estes foram os chefes descendentes de Esaú, conforme os seus nomes, clãs e regiões: Timna, Alva, Jetete,
Oolibama, Elá, Pinom,
Quenaz, Temã, Mibzar,
Magdiel e Irã. Foram esses os chefes de Edom; cada um deles fixou-se numa região da terra que ocuparam. Os edomitas eram descendentes de Esaú.

Gênesis 36:1-43

Gênesis 37

Jacó habitou na terra de Canaã, onde seu pai tinha vivido como estrangeiro.
Esta é a história da família de Jacó: Quando José tinha dezessete anos, pastoreava os rebanhos com os seus irmãos. Ajudava os filhos de Bila e os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e contava ao pai a má fama deles.
Ora, Israel gostava mais de José do que de qualquer outro filho, porque lhe havia nascido em sua velhice; por isso mandou fazer para ele uma túnica longa.
Quando os seus irmãos viram que o pai gostava mais dele do que de qualquer outro filho, odiaram-no e não conseguiam falar com ele amigavelmente.
Certa vez, José teve um sonho e, quando o contou a seus irmãos, eles passaram a odiá-lo ainda mais.
“Ouçam o sonho que tive”, disse-lhes.
“Estávamos amarrando os feixes de trigo no campo, quando o meu feixe se levantou e ficou em pé, e os seus feixes se ajuntaram ao redor do meu e se curvaram diante dele”.
Seus irmãos lhe disseram: “Então você vai reinar sobre nós? Quer dizer que você vai governar sobre nós? ” E o odiaram ainda mais, por causa do sonho e do que tinha dito.
Depois teve outro sonho e o contou aos seus irmãos: “Tive outro sonho, e desta vez o sol, a lua e onze estrelas se curvavam diante de mim”.
Quando o contou ao pai e aos irmãos, o pai o repreendeu e lhe disse: “Que sonho foi esse que você teve? Será que eu, sua mãe, e seus irmãos viremos a nos curvar até o chão diante de você? ”
Assim seus irmãos tiveram ciúmes dele; o pai, no entanto, refletia naquilo.
Os irmãos de José tinham ido cuidar dos rebanhos do pai, perto de Siquém,
e Israel disse a José: “Como você sabe, seus irmãos estão apascentando os rebanhos perto de Siquém. Quero que você vá até lá”. “Sim, senhor”, respondeu ele.
Disse-lhe o pai: “Vá ver se está tudo bem com os seus irmãos e com os rebanhos, e traga-me notícias”. Jacó o enviou quando estava no vale de Hebrom. Mas José se perdeu quando se aproximava de Siquém;
um homem o encontrou vagueando pelos campos e lhe perguntou: “Que é que você está procurando? ”
Ele respondeu: “Procuro meus irmãos. Pode me dizer onde eles estão apascentando os rebanhos? ”
Respondeu o homem: “Eles já partiram daqui. Eu os ouvi dizer: ‘Vamos para Dotã’ “. Assim José foi em busca dos seus irmãos e os encontrou perto de Dotã.
Mas eles o viram de longe e, antes que chegasse, planejaram matá-lo.
“Lá vem aquele sonhador! “, diziam uns aos outros.
“É agora! Vamos matá-lo e jogá-lo num destes poços, e diremos que um animal selvagem o devorou. Veremos então o que será dos seus sonhos. ”
Quando Rúben ouviu isso, tentou livrá-lo das mãos deles, dizendo: “Não lhe tiremos a vida! ”
E acrescentou: “Não derramem sangue. Joguem-no naquele poço no deserto, mas não toquem nele”. Rúben propôs isso com a intenção de livrá-lo e levá-lo de volta ao pai.
Chegando José, seus irmãos lhe arrancaram a túnica longa,
agarraram-no e o jogaram no poço, que estava vazio e sem água.
Ao se assentarem para comer, viram ao longe uma caravana de ismaelitas que vinha de Gileade. Seus camelos estavam carregados de especiarias, bálsamo e mirra, que eles levavam para o Egito.
Judá disse então a seus irmãos: “Que ganharemos se matarmos o nosso irmão e escondermos o seu sangue?
Vamos vendê-lo aos ismaelitas. Não tocaremos nele, afinal é nosso irmão, é nosso próprio sangue”. E seus irmãos concordaram.
Quando os mercadores ismaelitas de Midiã se aproximaram, seus irmãos tiraram José do poço e o venderam por vinte peças de prata aos ismaelitas, que o levaram para o Egito.
Quando Rúben voltou ao poço e viu que José não estava lá, rasgou suas vestes
e, voltando a seus irmãos, disse: “O jovem não está lá! Para onde irei agora? ”
Então eles mataram um bode, mergulharam no sangue a túnica de José
e a mandaram ao pai com este recado: “Achamos isto. Veja se é a túnica de teu filho”.
Ele a reconheceu e disse: “É a túnica de meu filho! Um animal selvagem o devorou! José foi despedaçado! ”
Então Jacó rasgou suas vestes, vestiu-se de pano de saco e chorou muitos dias por seu filho.
Todos os seus filhos e filhas vieram consolá-lo, mas ele recusou ser consolado, dizendo: “Não! Chorando descerei à sepultura para junto de meu filho”. E continuou a chorar por ele.
Nesse meio tempo, no Egito, os midianitas venderam José a Potifar, oficial do faraó e capitão da guarda.

Gênesis 37:1-36

Gênesis 38

Por essa época, Judá deixou seus irmãos e passou a viver na casa de um homem de Adulão, chamado Hira.
Ali Judá encontrou a filha de um cananeu chamado Suá, e casou-se com ela. Ele a possuiu,
ela engravidou e deu à luz um filho, ao qual ele deu o nome de Er.
Tornou a engravidar, teve um filho e deu-lhe o nome de Onã.
Quando estava em Quezibe, ela teve ainda outro filho e chamou-o Selá.
Judá escolheu uma mulher chamada Tamar, para Er, seu filho mais velho.
Mas o Senhor reprovou a conduta perversa de Er, filho mais velho de Judá, e por isso o matou.
Então Judá disse a Onã: “Case-se com a mulher do seu irmão, cumpra as suas obrigações de cunhado para com ela e dê uma descendência a seu irmão”.
Mas Onã sabia que a descendência não seria sua; assim, toda vez que possuía a mulher do seu irmão, derramava o sêmen no chão para evitar que seu irmão tivesse descendência.
O Senhor reprovou o que ele fazia, e por isso o matou também.
Disse então Judá à sua nora Tamar: “More como viúva na casa de seu pai até que o meu filho Selá cresça”, porque pensou: “Ele também poderá morrer, como os seus irmãos”. Assim Tamar foi morar na casa do pai.
Tempos depois morreu a mulher de Judá, filha de Suá. Passado o luto, Judá foi ver os tosquiadores do seu rebanho em Timna com o seu amigo Hira, o adulamita.
Quando foi dito a Tamar: “Seu sogro está a caminho de Timna para tosquiar suas ovelhas”,
ela trocou suas roupas de viúva, cobriu-se com um véu para se disfarçar e foi sentar-se à entrada de Enaim, que fica no caminho de Timna. Ela fez isso porque viu que, embora Selá já fosse crescido, ela não lhe tinha sido dada em casamento.
Quando a viu, Judá pensou que fosse uma prostituta, porque ela havia encoberto o rosto.
Não sabendo que era a sua nora, dirigiu-se a ela, à beira da estrada, e disse: “Venha cá, quero deitar-me com você”. Ela lhe perguntou: “O que você me dará para deitar-se comigo? ”
Disse ele: “Eu lhe mandarei um cabritinho do meu rebanho”. E ela perguntou: “Você me deixará alguma coisa como garantia até que o mande? ”
Disse Judá: “Que garantia devo dar-lhe? ” Respondeu ela: “O seu selo com o cordão, e o cajado que você tem na mão”. Ele os entregou e a possuiu, e Tamar engravidou dele.
Ela se foi, tirou o véu e tornou a vestir as roupas de viúva.
Judá mandou o cabritinho por meio de seu amigo adulamita, a fim de reaver da mulher sua garantia, mas ele não a encontrou,
e perguntou aos homens do lugar: “Onde está a prostituta cultual que costuma ficar à beira do caminho de Enaim? ” Eles responderam: “Aqui não há nenhuma prostituta cultual”.
Assim ele voltou a Judá e disse: “Não a encontrei. Além disso, os homens do lugar disseram que lá não há nenhuma prostituta cultual”.
Disse Judá: “Fique ela com o que lhe dei. Não quero que nos tornemos motivo de zombaria. Afinal de contas, mandei a ela este cabritinho, mas você não a encontrou”.
Cerca de três meses mais tarde, disseram a Judá: “Sua nora Tamar prostituiu-se, e na sua prostituição ficou grávida”. Disse Judá: “Tragam-na para fora e queimem-na viva! ”
Quando ela estava sendo levada para fora, mandou o seguinte recado ao sogro: “Estou grávida do homem que é dono destas coisas”. E acrescentou: “Veja se o senhor reconhece a quem pertencem este selo, este cordão e este cajado”.
Judá os reconheceu e disse: “Ela é mais justa do que eu, pois eu devia tê-la entregue a meu filho Selá”. E não voltou a ter relações com ela.
Quando lhe chegou a época de dar à luz, havia gêmeos em seu ventre.
Enquanto ela dava à luz, um deles pôs a mão para fora; então a parteira pegou um fio vermelho e amarrou o pulso do menino, dizendo: “Este saiu primeiro”.
Mas quando ele recolheu a mão, seu irmão saiu e ela disse: “Então você conseguiu uma brecha para sair! ” E deu-lhe o nome de Perez.
Depois saiu seu irmão que estava com o fio vermelho no pulso, e foi-lhe dado o nome de Zerá.

Gênesis 38:1-30

Leitura feita por Rodrigo Campos, da Bíblia na Nova Versão Internacional

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Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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