Não sei mais do que a minha consciência é capaz de alcançar e não subestimo o restante da existência. Aprendi num livro que a prepotência é veneno para a alma e que a humildade é a coroa que nos enobrece.

Que sonhos habitam o abstrato, mas que todos eles são merecedores de concretização no mundo material, pois a utopia é um querer profundo e depende de pouco para tornar-se verdade absoluta.

Aprendi também que a luz que nos faz enxergar é a mesma luz que pode nos cegar, nos fazendo mergulhar num mar de paixões do qual dificilmente iremos sair. Mas que basta um único ato para alcançarmos a cura: desconstruir-nos para reconstruirmo-nos.

Que sabedoria é algo gratuito, porém é um bem escasso de se encontrar. Que saber perder é envelhecer, que o silêncio não é sinal de fraqueza, que bons argumentos são pérolas para serem pisadas pelos ignorantes e que a vida vale bem mais do que todos os motivos que um homem possui para exterminá-la.

Logo, não compete a mim julgar aquilo ou aquele, uma vez que um fundamento só faz sentido se gerar harmonia, paz e evolução. O fundamento é o amor que nos move na direção de uma consciência maior, mais digna e mais celestial, e que justifica tudo, trazendo à Terra um verdadeiro pedaço do céu.

Felipe Farah
felipefarah12@gmail.com
felipe

 

Escrito por Rodrigo Campos

Um caminhante que está disposto a aprender com os erros e acertos, refletindo quais são as verdadeiras importâncias da vida e sua essência!

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