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Mesmo tendo razão, perdoe!

Você vai ter que perdoar. Eu sei que é difícil. Mas, é uma decisão. A decisão de não mais ficar preso nos calabouços dos ódios. Sem perdão, você vive o presente enlaçado ao passado e que não tem perspectivas de futuro. Então, mesmo que tenha razão, perdoe. E isso não significa que terá que conviver obrigatoriamente com o ser perdoado. Todavia, se livre da auto-justiça que evoca o passado como argumento eterno do presente, dos seus erros e fracassos. Siga em frente.

Saiba que seus erros passados não têm o poder de decretar a falência de sua vida. Com certeza as consequências dos erros devem ser enfrentadas com uma alma que entende que “colhemos o que plantamos”. No entanto, se o coração já tomou posse do sincero arrependimento e vontade de mudança, não há nada existente que possa impedir a metanoia, o amor e a esperança.

Não se prenda aos laços sanguíneos doentios. Você não tem a obrigação de perpetuar as mazelas impostas pela consanguinidade. Honrar pai e mãe é viver de moda a melhorá-los em seu coração. A genética não deve ser fundamento para que certos comportamentos continuem a ser praticados. Saiba que todo aquele que acolhe com sinceridade e amor, buscando não constrangê-lo com imposições da perversidade, é seu pai, sua mãe e seu irmão.

O desamparo faz parte da jornada. Você terá que passar por isso. Terá que enfrentar momentos de total ausência da sensação de segurança. Sentir-se-á abandonado. Clamará por ajuda e não vislumbrará socorro. Porém, saiba que as sensações da alma não são o veredicto sobre o espectro dos absurdos que estão ocorrendo em sua vida.

Não tente esconder suas reais necessidades e nem tente disfarçar a naturalidade do sofrimento. A admissão da realidade é profilaxia para o Espírito. Você é um ser humano e possui necessidades. Entretanto, não aceite paliativos à dor. Busque sempre o que cura. Mesmo que o que cura cause infinitamente mais dor que o paliativo. Se tem sede, peça água. Não aceite as misturas de vinagre que anestesiam as dores que devem ser enfrentadas.

Afinal, tudo está resolvido. Não existe desgraça na vida que possa desgraçar o teu ser. Catástrofes acontecem. A vida pode estar um inferno. Todavia, Nele, você é assombrador de assombração.

A vida só começa quando você se entrega. Pai, em tuas mãos eu entrego meu espírito! É viver sabendo que vitórias e derrotas não fazem diferença quanto ao aconchego do nosso Pai. Nós iremos errar muito. Muito mesmo. Perceberemos o quanto somos imaturos. O quanto somos ansiosos e premeditados. O quanto fazemos tempestades em copos d’água. Mas essa é a caminhada. E para caminhar, terá que se entregar ao absurdo da Fé.

Essa é um contextualização das 7 declarações que Jesus fez quando estava crucificado. Vc pode encontrar as frases no final dos 4 Evangelhos.

E o convite Dele é:

Se alguém QUISER me seguir, tome sua cruz e venha após Mim.

Tomar a cruz não é ficar sofrendo e se auto-punindo como os loucos fazem. Nem achar que a existência é um complô contra os seus investimentos. Não é auto-vitimização. Tomar a cruz é internalizar o significado básico das declarações que Ele proferiu quando estava morrendo.

Pense nisso…

Através Dele, nosso Pai

Marcelo Bark
marcelobark@yahoo.com.br
marcelo-bark

 

 

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