Há dias de flores, mas também há dias de cinzas, se tristeza e de silêncio interior.

Há dias em que parece que tudo conspira a nosso favor, há outros de solidão, de sensação de abandono, de desvalor, de ser mal compreendido.

Há dias de empolgação que nos faz pisar nas nuvens, há outros que só nos é dado o duro de um chão cheio de pedras e cacos, tempos doloridos e de remar contra maré.

Há dias estimulantes e criativos, há outros extremamente secos, desérticos, esvaziados de esperança de dias melhores.

Há dias de força e de vontade de ir a luta, mas também há dias de fraqueza, desânimo e disposição de entregar os pontos, chutar o pau da barraca.

Há dias e dias.

Há fases e fases.

Há ciclos que começam e terminam.

Desejando que depois da tristeza da noite chegue a alegria de uma manhã bem melhor!

Rodrigo Campos

Um Caminhante Aprendiz

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