Vivemos o tempo em que a relação entre pai, mãe e filhos era pautada pelo autoritarismo, falta de diálogo, imposições de todas as formas e excesso de limites que, de muitas formas, suprimiam a liberdade individual das crianças ao extremo. Hoje em dia, essas crianças cresceram, tiveram filhos, e parece que querem compensar o excesso de limite a que foram submetidos dando aos filhos todas as opções do mundo, sem corrigí-los, sem estabelecer certos parâmetros, tornando-os “reizinhos mimados” sempre privilegiados com “tapinhas nas costas” e “massagens no ego”. Entender o nosso processo histórico e suas consequências é extremamente necessário pra gente buscar equilíbrio na educação que oferecemos aos filhos, especialmente para não estraga-los e tampouco tornarmos eles inaptos pra vida.

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Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz

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