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Estalos sobre o Amor

No amor já há toda espiritualidade de que nossa interioridade necessita para saber-se e se reconhecer no mundo. Isso posto, o amor como espiritualidade prática, não vazia de sentido, nos abre para a vida em comum e para uma transcendência do dia-a-dia – essa que é imanente e aberta a todo conhecimento. Também, uma abertura para a verticalidade, do olhar para o alto que procura conscientizar-se acerca dos horizontes do mundo aqui/lá fora, daquilo que nos transcende porque nos transpassa.

[…] o amor seria a lente para o novo olhar na direção de tudo aquilo que jaz velho e imperceptível há nossa consciência. Somente dessa forma, diante da renovação da consciência e do olhar, passaríamos a uma nova percepção de tudo o que nos rodeia. Isso requereria um esvaziamento de toda nossa indiferença quanto ao mundo, às coisas e ao próprio ser humano. É como se voltássemos a ver tudo como sendo “bom”, sem a ingenuidade e a ironia que a isso cabe. Existir no mundo passaria a ser uma existência consciente do absurdo e, também, consciente do quanto somos capazes de, em meio ao absurdo, amarmos.

Rafael de Campos
elfaracampos@hotmail.com
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