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Pensamentos Aleatórios #38

Não sei quando, mas Ele vai voltar em breve. Meu coração anela por isso, pois desde que Ele começou a cear comigo na profundidade do meu ser, sua presença graciosa mudou completamente meus objetivos, minha missão de vida, meu jeito de sentir e experimentar as realidades. Eu o aguardo tal qual a noiva espera ansiosamente o seu amado, na noite de núpcias. Aquele que plantou sementes de amor, há de nos visitar outra vez para colher os seus frutos!

Para decidir em quem votar nessas eleições não levo em consideração as pesquisas prévias (visto que não me pauto pela maioria), tampouco o nível de exposição na mídia. Levo em consideração os valores que defende e demonstra, os planos que apresenta e a idoneidade de sua história política. Meu compromisso antes de tudo é com minha consciência. Se o candidato que escolherei vai ganhar ou não as eleições é outra história, mas meu papel é usar bem do meu direito de confiar meu voto em alguém que contribua pra uma sociedade melhor.

Muitos querem chegar ao conhecimento sem precisarem passar pelo processo árduo da pesquisa, leitura, reflexão e síntese. Querem participar da sabedoria, sem esforços, querem parir sem levar dentro de si algo que cresce dia após dia (e que tem o seu peso) e que só vem à luz pelas contrações e dores, peculiares dessa experiência. Nunca se esqueça: ninguém é maduro, saudável e preparado pra vida consumindo apenas “fast foods” intelectuais.

O amor cobre uma multidão de pecados simplesmente porque ele é generoso, inclusivo, age para além dos méritos e tem como objetivo sempre a cura e a libertação do amado, nunca a sua destruição e o seu mal.

Com o passar dos anos todo casado enfrenta a chatice da monotonia, o tédio de lidar sempre com as mesmas coisas, a mornidão de uma relação que precisa de renovação e criatividade. O casamento feliz só pode ser construído a dois, com a disposição consciente daqueles que se amam, ainda que seja possível por um tempo ser sustentado pela paciência de um dos cônjuges. Ou os dois se reinventam no amor ou o casamento vai se transformando numa mera lembrança nostálgica de tempos remotos e com isso vai perdendo seu sentido. As estatísticas sobre o divórcio alarmam sobre a nossa indisposição de concertar rachaduras e boa vontade pra se aperfeiçoar e melhorar uma relação que já foi uma grande alegria.

A rebeldia se manifesta quando tentamos calar a voz que deflagra o que não queremos enxergar, o que decidimos mascarar, aquilo do qual deliberamos em fugir.

Não me realizo lidando com máquinas, papéis ou informações por si mesmas, me realizo no relacionamento com pessoas. Talvez fosse mais fácil os outros caminhos, mas minha alegria está latente quando minha história de vida cruza com outras histórias e ambos saímos abençoados pelo amor e edificação mútua. Visto que conheço minha missão não há outra coisa a fazer senão realizá-la. Nem sempre os recursos e oportunidades ideais estão a disposição, aliás geralmente há muitos obstáculos a vencer, muitas desavenças para perdoar, muitos erros a reconhecer e se arrepender, mas o que pergunto a mim mesmo é sempre o seguinte: “o que tenho nas mãos, quantos pães e peixes tenho pra colocar a disposição do Mestre?”, tudo o mais confio que Ele fará e de fato faz, por isso vivo em paz.

rodrigo campos biblioteca
Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz
rodrigoaccampos@hotmail.com

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