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Pensamentos Aleatórios #35

Amor sem sacrifício não é amor!

“Eu quero ser rico de tudo o que o dinheiro não pode comprar”, gostei da frase!

Ninguém é comum, todos somos extraordinários.

A vida está repleta de experiências prazerosas e outras dolorosas, dias limpos e dias chuvosos, estações floridas e outras de seca, oásis e desertos, fartura e escassez, tempos de paz e tempos de guerra, de certezas e de dúvidas. Não podemos nos esquecer que há sempre uma dose de anestesiamento nos tempos de paz, enquanto que também há uma pitada de angústia quando os dias são maus. A sabedoria está em viver na consciência de que jamais fomos abandonados pelo Pai celestial (pois ainda que o pai e a mãe se esqueçam de nós, Ele todavia jamais se esquecerá), de que as provações nos conduzem ao aperfeiçoamento de quem somos (afim de nos tornarmos semelhantes ao Seu Filho Unigênito) e de que quando estamos fracos aí é que somos fortes, porque o Seu poder se aperfeiçoa na nossa fraqueza! Nesse ambiente terreno passaremos por muitas aflições, mas não desanime, pois aquele que ressuscitou dentre os mortos disse: Eu venci o mundo!

Mesmo reconhecendo o poder psicológico da virada de ano, o encerramento de um ciclo e o início de um novo, não faço promessas de fim de ano, nem fico na expectativa de um ano melhor. Não que eu seja insensível ou pessimista, mas é que cada vez mais, meu interesse está em viver um dia de cada vez, se preciso mudar que seja hoje, de preferência agora. Basta a cada dia seu próprio mal.

Em nossos dias as palavras “facilitar e rapidez” ganharam uma importância quase que vital, mas nunca podemos nos esquecer que há realidades em que a “dificuldade e a lentidão” é a melhor coisa que podemos experimentar.

Sartre disse que a liberdade consiste em ser livre pra mudar, e de fato é isso! A proposta do evangelho de Jesus é transformação pela renovação do entendimento, crescimento na graça e no conhecimento de Jesus, desenvolver a salvação com temor e tremor, dar cada vez mais frutos, e isso implica em renovações, ressignificações e reinvenções constantes de si mesmo em Deus. Quem se conformou a esse século se tornou refém e prisioneiro do espírito da desobediência, ainda que seja um religioso alegremente conformado à sua religião.

Ao assistir o prêmio Multishow de Música e verificar o que a população gosta e quais são os artistas que estão sendo promovidos pela mídia posso concluir uma coisa: a crise não está apenas na política, nem na falta de ética nas diversas áreas de convivência humana, nossa percepção musical também piorou e está em estado de calamidade, nivelando por baixo, muito baixo, o conceito de bom, útil e musicalmente técnico!

Concordo com Glória Steinem quando disse: “Os fins e os meios são uma teia sem emendas”. Quem relativiza os meios para se chegar ao fim desejado é capaz de qualquer coisa.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz
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