A ditadura do tempo tem limitado demais o nosso desenvolvimento pessoal e o desenvolvimento das relações humanas. Tudo tem que ter hora marcada, estamos pouco aptos à improvisação e a adaptação as circunstâncias, sem falar que constantemente interrompemos boas reflexões e aprendizados por que determinamos um tempo específico e fixo para esses exercícios, nós não deixamos fluir! Dessa forma a pressa, a prisão aos programas de tempo que criamos ou as imposições sociais sobre o tempo a que nos submetemos vão minando a espontaneidade da vida em nós, e pouco a pouco, sem perceber, nos tornamos robotizados. Pra muitos de nós o único tempo “bem gasto” é aquele que produz dinheiro, já o tempo usado para o ócio criativo, descanso e para aprofundar as amizades através de conversas despretensiosas é perda de tempo.

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz
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