Eu prefiro me relacionar com pessoas que me tratam como um ser humano normal do que com aqueles que me enxergam como “ungido” ou algo assim e me elevam a uma estatura que não é humana, e nem cabe em mim, porque é idealizada demais. Às vezes, nomeamos os nossos “profetas de estimação” e “pastores prediletos” unicamente para nos esconder de nossa responsabilidade pessoal de exercermos nossos dons e sermos nós mesmos, pessoalmente seguidores de Jesus. É uma espécie de transferência de responsabilidade, como se eu me sentisse bem por alguém estar praticando e dizendo aquilo que eu deveria estar praticando e dizendo (mas não tenho coragem). Que entendamos de uma vez a expressão do irmão Paulo (não o Paulo idealizado, canonizado e idolatrado): Somos seres humanos como vocês!

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz
200x200

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: