Qualquer movimento religioso que se diga seguidor de certos preceitos, ou mesmo de certa pessoa, precisa necessariamente buscar coerência e harmonia entre aquilo que se prega e vive em relação àquele que é o “objeto” de sua fé. No caso da fé evangélica, ela parte da premissa da fé no evangelho, nas boas novas trazidas por Jesus, mas não raramente acaba por contradizendo o que foi ensinado pelo próprio Jesus, levando homens e mulheres ao cansaço, à angustiante declaração: “Não quero ser mais evangélico”!

Ouça o depoimento de três pessoas que se encontram nessa condição, Caio Fábio, Ricardo Gondim e Ariovaldo Ramos, narrado por Ed Rene Kivitz:

 

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz
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4 comentários

  1. Apontar o que está errado é fácil, qualquer um consegue, propor caminho concreto, isso sim é de valor.

    Essa turma de pregadores crescem em populismo apontando os erros dos outros e são bons nisso! Mas no que pregam demonstram problemas sérios em termos bíblicos. Ao final são piores do que os que eles apontam, pois são mais subtis…

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