Você, meu paradoxo mais cuidadosamente intricado, minha hipérbole elevada às últimas conseqüências…

Minha metáfora velada da forma mais enigmática possível…

Você, a melhor gradação entre o vestido e o nu e que me concede a sós, suas melhores e mais longas assonâncias… Hora essa que não me permite nenhum tipo de eufemismo.

Você, que só em metonímia em seus olhos, que mostra ao mundo que é você

E que nada tem de comparação por ser tão singularmente você.

Eu, bem sou apenas a apóstrofe que não cansa de clamar teu nome, e que se sente em aconchego mesmo que nos vieses de suas delicadas ironias as quais agradeço todos os dias.

Paula Hanke
paula.hanke1987@gmail.com
paula-hanke

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