Nascem tão diferentes
Precisam ser persistentes
Lutar até se libertar
Sair para a vida explorar

Quem diria que uma simples lagarta
Deixaria de se parecer com uma larva
E sofreria a necessária metamorfose
E sairia cheia de brilho e pose

Há aquelas que preferem o aconchego do casulo
Gostam da segurança, do calor e do escuro
Sem perceber seu conforto acaba as matando
Pois da liberdade acabam se distanciando

Não há nada mais terrível
Do que ver alguém tão suscetível
A se reduzir e a deixar de cumprir
Aquilo que sua natureza pede, sair!

Voa borboleta! Exiba seu encanto!
Descubra a vida, saia do seu canto
Seja feliz exibindo suas asas
Até que você perceba que a vida é a sua casa!

Rodrigo Campos
Um Caminhante Aprendiz
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