O Formalismo está em todo lugar. Está nas relações jurídicas, políticas, sociais, nas leis e principalmente nas relações pessoais, sendo estas para mim a base de toda e qualquer relação, pois, se você não consegue respeitar quem convive com você, dificilmente vai respeitar alguém de fora da sua família ou do seu círculo de amizade.

O Formalismo é aquilo que faz parte do mundo das ideias, da pura e total abstração e, caso não haja concretização, nada, eu disse nada existirá de fato.

Aprendi em um livro explicativo sobre trabalho científico que um plano só é um plano caso seja efetivado na prática. Logo, se você faz um plano e não o concretiza, este plano na verdade nunca existiu. Não significa que “é como se ele nunca tivesse existido”, como muitos usam esta expressão. De fato, este plano nunca existiu.

Leis que foram criadas após um longo processo legislativo, ou seja, após um rito, uma formalidade (Formalismo), que ganham forma de lei (Formalismo), e que nunca se cumprem, começando pela Constituição Federal de 1988. Contratos (Formalismo – formalidade) de empresas com o governo que não são cumpridos no prazo. Alianças (trato formal – Formalismo) entre partidos que não se cumprem por muito tempo devido a interesses espúrios. Noivos que prometem (ideia, abstração, Formalismo) viver até o fim da vida juntos independentemente de qualquer coisa.

Ora, não é a toa que Jesus Cristo chamou tantas pessoas de hipócritas.

Seja por alguns minutos um filósofo, um observador, uma pessoa que fica silenciosamente contemplando cada ato e cada palavra de seus amigos ou parentes e veja se o formalismo não está “comendo solto”.

Antídoto? Efetividade!
Felipe Farah
felipefarah12@gmail.com
felipe

Escrito por Rodrigo Campos

Um caminhante que está disposto a aprender com os erros e acertos, refletindo quais são as verdadeiras importâncias da vida e sua essência!

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